04 de junho, de 2021 | 14:55

Cerca de 15kg de crack apreendidos em cisterna no Limoeiro, em Ipatinga

Três pessoas foram detidas depois da localização da droga jogada no poço na tentativa de se livrar do flagrante

Divulgação Polícia Militar
As 15 barras de crack que foram retiradas da cisterna da casa abordada pela PMAs 15 barras de crack que foram retiradas da cisterna da casa abordada pela PM

Mesmo com uma tentativa desesperada de escapar do flagrante de tráfico de drogas, três pessoas suspeitas acabaram presas no fim da manhã desta sexta-feira (4) na rua Marmelos, no bairro Limoeiro, em Ipatinga. Os suspeitos jogaram 15 barras de crack, totalizando cerca de 15 quilos, em uma cisterna quando notaram a presença da polícia.

O tenente PM Clessiano informou ao Diário do Aço, logo depois da descoberta da droga, que populares denunciaram o E.F.A., de 45 anos, por envolvimento com o tráfico de drogas e estaria usando a casa da namorada para esconder entorpecentes. Os PMs resolveram abordar o local depois de acompanharem uma movimentação atípica na residência.

A G.A.P.M.D., de 44 anos, ao recepcionar os PMs, autorizou a entrada dos policiais no imóvel para ser dada busca no local e foi encontrado um dischavador (triturador) de maconha. Neste momento, F.K.N.O., de 18 anos, assumiu a posse da droga, porém o trabalho de verificação não terminou por aí.

Os PMs notaram algo estranho na tampa de uma cisterna, localizada na garagem e resolveram verificar o poço. Os policiais jogaram a lanterna e, graças a água cristalina na cisterna, foi possível ver que havia algumas barras no fundo.
Militar do Corpo de Bombeiros retira as barras no fundo da cisternaMilitar do Corpo de Bombeiros retira as barras no fundo da cisterna

O Corpo de Bombeiros foi acionado para a retirada do material suspeito, quando ficou constatado, ao ser retirado do fundo do poço, que eram 15 barras de crack, pesando cerca de um quilo cada tijolo. Um telefone celular estava com a droga.

As equipes foram até a casa de E., que é ao lado da residência onde tem a cisterna, e os policiais localizaram duas porções de maconha, além de dois celulares cuja origem ele não teria explicado aos policiais que recolheram os aparelhos. Ele assumiu ser dono da maconha encontrada no local, mas disse desconhecer a origem do crack.

E.F. alegou estava na casa tratando dos pássaros que ele cuida na residência da namorada. Já F.K explicou aos policiais que auxilia a irmã a cuidar de um irmão que possui deficiência visual e também alegou que não sabe como as barras de crack foram parar na cisterna.

Como ninguém assumiu a posse do crack, os policiais conduziram os três abordados para o plantão da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil, juntamente com o material apreendido na ação da PM que faz parte da Operação Corpus Christi desenvolvida em todo o estado de Minas Gerais.



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