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Nova parceria garante opções de leituras e estudos na Biblioteca Central de Ideias
A Biblioteca Central de Ideias (BCI), do Instituto Usiminas, e o Núcleo de Estudos em Psicologia Fenomenológico Existencial e Humanista (NEPFEH) firmaram uma importante parceria esta semana. Por meio de um acordo, foi estabelecida a cooperação cultural e de suporte acadêmico, visando ao intercâmbio de estudantes e membros do corpo docente de instituições de ensino superior, profissionais de Psicologia, além de leitores, comunidade e usuários da biblioteca.
Com iniciativa, a Biblioteca Central de Ideias, que conta com o patrocínio da Usiminas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, irá abrigar 23 obras de Psicologia, de propriedade do NEPFEH, que vão se somar ao acervo da BCI, com títulos sobre psicanálise, comportamental, TCC e outras linhas filosóficas.
A parceria vai ao encontro dos objetivos norteadores do Instituto Usiminas, que, por meio da Ação Educativa, assegura a educação inclusiva e promove oportunidades de aprendizagem e o fortalecimento de parcerias visando ao desenvolvimento sustentável.
“Iniciativas da comunidade acadêmica que se somem aos nossos objetivos são de grande importância para a Ação Educativa do Instituto Usiminas. A Biblioteca Central de Ideias é um espaço destinado às comunidades. Acolhemos tanto as obras quanto os coordenadores e participantes do NEPFEH, com muita alegria e muito orgulho”, salienta a diretora do Instituto Usiminas, Penélope Portugal.
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Acordo garante cooperação cultural e intercâmbio
Mais oportunidadesSegundo a psicóloga e representante do NEPFEH, Roberta Oliveira e Silva, com a parceria os estudantes e profissionais, que participam das atividades do Núcleo, poderão contar também com um importante espaço cultural no Vale do Aço, ampliando as oportunidades de acesso ao conhecimento.
“A partir dos nossos eventos e encontros acadêmicos, percebemos a necessidade de dar maior atenção aos participantes das atividades, com acesso às publicações da área e um espaço adequado para pesquisas. Possuímos um acervo, mas, como não temos um espaço físico, fizemos a proposta ao Instituto Usiminas, que nos recebeu com muito carinho”, ressakta Roberta Silva.