31 de março, de 2021 | 22:06

Ministério da Saúde confirma que Brasil registra 3.869 novas mortes, maior número em 24h

Número de pessoas recuperadas subiu para 11.169.937 conforme os dados do MS divulgados na noite desta quarta-feira, 31

Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil
Tânia Rego / Agência Brasil
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No segundo recorde seguido de mortes por covid-19 registradas em 24 horas, o Brasil alcançou 3.869 óbitos entre ontem (30) e esta quarta-feira (31).

Na terça-feira, o país registrou 3.780 falecimentos registrados. Com as novas vítimas acrescidas às estatísticas, o total de vidas perdidas para a pandemia chegou a 321.515. Ontem, o total era de 317.646. Estudiosos estimam que Brasil pode atingir cinco mil óbitos por covid diariamente, caso nenhuma medida emergencial para conter a pandemia seja adotada em curto prazo.

Ainda há 3.495 mortes em investigação por equipes de saúde. Isso porque há casos em que o diagnóstico sobre a causa só sai após o óbito do paciente.

A soma de casos confirmados foi a segunda maior em 24 horas, com 90.638, atrás apenas do dia 25 deste mês, quando foram computadas 100.158 pessoas contaminadas com o novo coronavírus. Ontem, a soma de pessoas infectadas até o momento estava em 12.658.109.

O número de pessoas recuperadas subiu para 11.169.937. Já a quantidade de pacientes com casos ativos, em acompanhamento por equipes de saúde, ficou em 1.257.295.

Estados

O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (74.652), Rio de Janeiro (36.727), Minas Gerais (24.332), Rio Grande do Sul (19.736) e Paraná (16.717). Já as Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (1.262), Amapá (1.302), Roraima (1.341), Tocantins (2.032) e Sergipe (3.501).

Vacinação

Até o início da noite de hoje, haviam sido distribuídos 34,9 milhões de doses de vacinas. Deste total, foram aplicados 18,5 milhões de doses, sendo 14,3 milhões da primeiro dose e 4,1 milhões da segunda dose.

A boa notícia do dia são as duas novas vacinas que estão com pedido de licença para início de testes no Brasil, a Butanvac e a Versamune. Embora sejam apresentadas como brasileiras, ambas são desenvolvidas com a cooperação internacional. Usam novas plataformas para sua produção. Caso sejam aprovadas em todas as etapas, as novas vacinas poderão ser liberadas entre dezembro e janeiro.

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