05 de março, de 2021 | 14:39

Projetos de lei ampliam vacinação prioritária a educadores em Ipatinga

De acordo com as propostas, profissionais da rede estadual, privada e conveniados de educação também passariam a fazer parte do grupo prioritário; proposições seguem em tramitação na Câmara

Bruna Lage
Parlamentares querem ampliar a cobertura também para todos os educadores da rede estadual e privada de ensino, incluindo os de nível superiorParlamentares querem ampliar a cobertura também para todos os educadores da rede estadual e privada de ensino, incluindo os de nível superior

Após aprovação do projeto de lei que inclui profissionais da rede municipal de ensino entre o público prioritário no recebimento da vacinação da covid-19, vereadores da Câmara de Ipatinga apresentaram novas propostas sobre o tema. Dessa vez, os parlamentares querem ampliar a cobertura também para todos os educadores da rede estadual e privada de ensino, incluindo os de nível superior.

Querem também que profissionais da rede conveniada de educação, principalmente aqueles que trabalham nas creches, também recebam a vacinação com preferência. A prioridade, em ambos os casos, vale apenas para quem possui comorbidades.

O vereador Adiel Oliveira (PMN), autor do Projeto de Lei nº019/2021, que contempla profissionais de educação da rede privada e pública estadual, explica que a medida visa dar mais segurança no retorno às aulas. “O objetivo é proporcionar aos profissionais de educação com comorbidades, independente se é da rede municipal, estadual ou privada, a oportunidade de se proteger da Covid-19, principalmente na volta das aulas presenciais”, justificou o parlamentar.

Já a outra proposta, referente ao Projeto de Lei nº 20/2021, amplia ainda mais a cobertura preferencial para profissionais de educação. O texto, assinado em conjunto por nove parlamentares, prevê que todas as pessoas que atuam no ambiente escolar de entidades conveniadas com o município, como creches e educandários, recebam a dose.

A medida vale para professores, monitores, pedagogos, secretários, auxiliares de serviços gerais, porteiros e diretores. O retorno às aulas é também tido como o principal motivo dessa prioridade. “A volta às aulas, no último dia 22 de fevereiro, chama a atenção para a existência de profissionais de educação da rede conveniada que são portadores de comorbidades agravantes, que demandam zelo por parte do Poder Público”, argumentaram os parlamentares.

O documento foi assinado pelos vereadores Avelino da Cruz (PP), Cecília Ferramenta (PT), Hermínio da Silva, Ley do Trânsito (PSD), Professora Mariene (Patriota), Wellington da Floricultura (PSC), Coronel Silvane (PSC), Nivaldo Antônio (PTC) e Ney Professor (PTC).

Como foram apresentados nos últimos dias, os projetos de lei seguem em tramitação na Câmara e deverão ser analisados pelas Comissões Permanentes antes da votação definitiva pelo Plenário.
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