Após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, que foi espancado por seguranças de uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre, vários protestos foram realizados pelas cidades do Brasil, como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e na capital gaúcha, onde ocorreu o crime, na quinta-feira (19).
Em São Paulo, um grupo de manifestantes invadiu, depredou e ateou fogo em uma unidade da rede de supermercados. A estimativa é que 30 pessoas conseguiram entrar na loja, que teve vidraças quebradas, escadas rolantes danificadas e vários produtos das prateleiras derrubados.