Pesquisa antevê maior vitória de um candidato na eleição em Coronel Fabriciano

Prefeito Marcos Vinicius tem 70,6% da intenção de voto, de acordo com pesquisa estimulada

12/11/2020 às 00:01

O candidato Dr. Marcos Vinicius (PSDB) venceria as eleições municipais em Coronel Fabriciano, caso o pleito fosse realizado hoje. É o que revela uma pesquisa de intenção de voto realizada pelo Instituto Veritá. No levantamento estimulado (quando os nomes dos candidatos são apresentados), o médico aparece com 70,6%, em segundo lugar está Marcos da Luz (PT) com 5,3%. Gregório da Retífica (PTB) está em terceiro, com 2,2%, já Doutor Dionísio (MDB) somou 1,2%, enquanto Dr. Ézio (Patriota) e Professora Tereza Elói (Rede) tiveram 0,2%, cada um. Dos entrevistados, 17% não responderam e 3,3% disseram que vão votar branco ou anular o voto.

Votos válidos

Quando considerados apenas os votos válidos (excluindo os brancos e nulos), Marcos Vinicius também lidera, com 88,7%. Marcos da Luz registra 6,7%, Gregório da Retífica 2,7%, Doutor Dionísio 1,5%, Dr. Ézio 0,2% e Professora Tereza Elói 0,2%.

A pesquisa foi registrada junto à Justiça Eleitoral sob o número MG-04064/2020 e ouviu 602 eleitores, entre os dias 3 e 5 de novembro. Neste levantamento foi utilizado intervalo de confiança de 95%. A margem de erro é de 4%, para mais ou para menos.



Pesquisa espontânea em Coronel Fabriciano

Na pesquisa espontânea, onde não são apresentados nomes de candidatos, Dr. Marcos Vinícius tem 66,4%, Marcos da Luz 4,8%, Gregório da Retífica 1,8%, Doutor Dionísio tem 1,2%, outro (qualquer outro nome que não está registrado neste pleito) 0,3%. Já Dr. Ézio somou 0,2%, Professora Tereza Elói também registrou 0,2%. Não responderam 21,4% e branco/nulos foram 3,7%.

Quem acredita que vencerá a eleição?

Quando questionados sobre quem vencerá as eleições para prefeito em 2020, 81,2% dos entrevistados responderam o nome de Dr. Marcos Vinícius, logo atrás vem Marcos da Luz, com 2,2%, Gregório da Retífica, com 0,7%, Doutor Dionísio, com 0,2% e Dr. Ézio, que somou 0,2%. Dos 602 ouvidos, 15,5% não responderam.
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