26 de outubro, de 2020 | 14:13
Fiemg e indústrias âncoras do Vale do Aço alertam que pandemia ainda não acabou
Divulgação
Após sete meses de incidência do novo coronavírus, ainda é necessário manter medidas de prevenção
Após sete meses de incidência do novo coronavírus, ainda é necessário manter medidas de prevenção A pandemia ainda não acabou e medidas preventivas como lavar as mãos, usar máscara e o distanciamento social devem ser preservados até o surgimento da vacina contra a covid-19. Visando reforçar esses cuidados, principalmente devido ao relaxamento da população, o grupo de medicina ocupacional formado a partir do Comitê de enfretamento da Covid-19 Vale do Aço endossa que o coronavírus já atingiu milhares de pessoas no Vale do Aço e mais de 146 mil brasileiros já perderam suas vidas vítimas desse vírus.
É normal estarmos cansados e relaxarmos nas ações de prevenção. Mas infelizmente, a covid-19 ainda circula em nossa região e com isso ainda temos muitas internações e mortes. Não é o momento de relaxar. Devemos manter o distanciamento físico, usar máscaras e pessoas com sintomas da doença devem ficar isoladas. Ficamos no aguardo de uma vacina eficaz. Juntos venceremos essa pandemia”, pontua Jadson Dias, médico do trabalho da Cenibra.
Para o presidente da Fiemg Regional Vale do Aço, Flaviano Gaggiato, todo o cuidado é pouco. Precisamos nos manter alertas. Ainda não temos a cura e a melhor maneira de se proteger e proteger quem amamos é seguindo as medidas de biossegurança, mantendo o distanciamento social e evitando aglomerações”, acrescenta.
Iniciativa
A Fiemg informa que várias ações já foram desenvolvidas pelo grupo de medicina ocupacional que tem trabalhado a conscientização dos empregados da indústria e população em geral por meio de campanhas que reforçam os cuidados em tempos de pandemia, principalmente quanto ao uso de máscara, cuidados com o uso e manuseio do álcool em gel e com a saúde mental.
O comitê de enfrentamento da Covid-19 Vale do Aço é coordenado pela Fiemg Regional Vale do Aço e composto pelas indústrias âncoras: Aperam, Cenibra, Usiminas e Vale, além da Fundação São Francisco Xavier e Unimed Vale do Aço.
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