Alex Ferreira/Arquivo DA
Essa será uma solução provisória, até que o redutor eletrônico de velocidade seja recolocado no local
Após diversas reclamações por parte de condutores e moradores, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) promoverá uma intervenção na BR-381, entre os Parques Caravelas e Veneza, em Santana do Paraíso. A previsão é de que a instalação da sinalização vertical ocorra a partir desta quarta-feira (16). Cinco dias depois, segunda-feira (21), terá início a colocação de ondulações transversais, conhecidas popularmente como quebra-molas. A informação é da assessoria de Comunicação da autarquia. Conforme apurado, essa será uma solução provisória, até que o redutor eletrônico de velocidade seja recolocado no local.
No mês de maio deste ano, o
Diário do Aço divulgou que moradores do bairro Parque Caravelas reclamaram do risco de acidentes na travessia do trevo do bairro, na BR-381, depois que foi retirado o radar localizado nas proximidades. Conforme relatos, o local já foi palco de “acidentes horríveis”, reduzidos consideravelmente depois que a concessionária do serviço de controle de velocidade instalou um radar naquele ponto.
Ocorre que, desde o ano passado, sem a renovação do contrato pelo governo federal, os radares começaram a ser desligados e no começo desse mês os equipamentos foram removidos. Sem o radar no local aumentou a velocidade no trecho, que é uma reta com descida no sentido a Governador Valadares. Com isso o risco de novas tragédias no trevo tem assustado quem precisa atravessar o local.
Além de moradores o trevo é usado também por quem sai do bairro Parque Veneza, onde estão o supermercado Mart Minas e várias outras empresas de grande porte. À época, a presidente da associação de moradores do Parque Caravelas, Glauce Cristina Fernandes, afirmou ao Diário do Aço que, se o radar não puder voltar, a entidade vai pedir um quebra-molas no local. “Não podemos permitir a volta desses acidentes que já levaram vidas”, disse Glauce. A dirigente comunitária não descartou a possibilidade de uma mobilização dos moradores em um abaixo-assinado, para pedir ao Dnit (que tem jurisdição sobre o local) a tomada de providências no sentido de proteção à vida.
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