Militares brasileiros em Beirute estão bem, diz Marinha

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Grande explosão na capital do Líbano deixou pelo menos 25 mortos
(Pedro Rafael Vilela - Repórter da Agência Brasil)
A Marinha do Brasil informou hoje (4) que os militares que compõem a Força Tarefa Marítima da corporação, em Beirute, estão bem e não foram atingidos pela grande explosão ocorrida na região portuária da capital do Líbano, há algumas horas.

"A Fragata Independência encontra-se operando no mar, normalmente. O navio estava distante do local onde ocorreu a explosão. Outras informações serão passadas tempestivamente", informou o Centro de Comunicação Social da Marinha, em nota à imprensa.

A explosão ocorreu na região portuária de Beirute, onde existem armazéns que abrigam explosivos, informou a agência Reuters.

As autoridades locais citam que mais 50 pessoas podem ter morrido e os feridos chegam a 2.750 feridos na explosão.

A agência de notícias estatal libanesa NNA e duas fontes da área de segurança disseram que a explosão ocorreu na área portuária, onde existem armazéns que abrigam explosivos. Não ficou claro de imediato o que causou a explosão ou que tipo de explosivos estavam nos armazéns.

"É uma catástrofe em todos os sentidos do termo", lamentou mais cedo o ministro da Saúde, Hamad Hassan, em declarações a várias emissoras de televisão após visitar um hospital na capital libanesa."Os hospitais da capital estão todos cheios de feridos", acrescentou, pedindo que as outras vítimas sejam levadas para estabelecimentos nos arredores da cidade.

Antes, o diretor da Segurança Geral, Abbas Ibrahim, havia dito que as explosões poderiam ter sido causadas por "materiais altamente explosivos confiscados há anos", mas acrescentou que uma investigação determinará a "natureza exata do incidente".

No entanto, os responsáveis terão que "prestar contas", disse o primeiro-ministro libanês, Hassan Diab, que pediu ajuda aos "países amigos" do Líbano.


Explosão em Beirute, no Líbano, deixa dezenas de mortos e milhares de feridos
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Comentários

Helvio Ribeiro Malagris 09 de agosto, 2020 | 08:27
Esta irresponsabilidade de se deixar produtos químicos altamente explosivos em áreas densamente populadas, tem que sofrer penalidades fortíssimas. O Hesbolahh deve ter alguma culpa nisso tudo. Eles deveriam ter desviado esta carga de amônio possivelmente a fim de criar bombas contra Israel. E o fogo amigo causou mortes e feridos em centenas de pessoas inocentes. Por isso a reação do povo libanês contra estes terroristas que só pensam em destruição.

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