Taxa de recuperação de covid-19 no Vale do Aço é de 88%, em média

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Do total de 9.894 casos confirmados, 8.731 pacientes já recuperaram da doença na região

Aproximadamente, 9.900 casos do novo coronavírus (covid-19) já foram confirmados na Região Metropolitana do Vale do Aço - RMVA (Ipatinga, Coronel Fabriciano, Timóteo e Santana do Paraíso), conforme o último balanço divulgado por esses municípios até o fechamento desta edição. Do total de 9.894 casos confirmados, 8.731 pacientes já recuperaram da doença na região, o que representa uma taxa de recuperação de 88%, em média.

O município com maior número de recuperados na RMVA é Ipatinga, que registrou 5.634 casos confirmados até o momento, dos quais, 5.032 já recuperaram da covid, tendo uma taxa de recuperação de 89,31%. Em Coronel Fabriciano, dos 1.953 confirmados, 1.540 estão recuperados (78,85%). Em Timóteo, dos 931 confirmados, 523 estão recuperados (56,17%). E em Santana do Paraíso, dos 1.376 confirmados, 1.228 estão recuperados (89,24%).

Taxa de óbitos

Já em relação à taxa de óbitos, a Região Metropolitana do Vale do Aço apresenta um percentual de 2%, em média. Dos 9.894 casos confirmados de covid, 198 pacientes faleceram devido a complicações causadas pela doença, conforme os boletins epidemiológicos dos municípios. Em Minas Gerais, até o momento, foram registrados 2.769 óbitos por covid-19 e a taxa de mortalidade no estado é de 12,7 por 100 mil habitantes, segundo o Ministério da Saúde.

Em entrevista, no dia 29 de julho, o secretário de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), Carlos Eduardo Amaral, apresentou análises gráficas do número de óbitos por covid-19 e da taxa de ocupação de leitos no estado. Conforme o secretário, os dados reforçam a ideia de que Minas Gerais encontra-se na fase de platô, período que poderá durar até meados de agosto.

Taxa de ocupação

Especificamente com relação aos leitos de UTI, o secretário de Estado de Saúde afirmou na entrevista que, no momento, a ocupação está menor se comparada a meados de julho, o que demonstra uma certa estabilização do cenário. “Isso pode demonstrar que, ao que tudo indica, paramos de ter a demanda por ocupação de UTI. Tal sinalização é muito importante, já que os níveis da ocupação antecedem aos óbitos em cerca de dez dias”, disse Amaral. Atualmente, a taxa de ocupação geral de leitos de UTI no estado está em 67,44% e de leitos de enfermaria em 59,02%.

Ainda de acordo com o secretário de Estado de Saúde, todos os dados coletados e análises realizadas são fundamentais para o enfrentamento e controle da covid-19 em Minas. “A partir desse trabalho é possível apresentar um direcionamento quanto às orientações necessárias para evitar um desequilíbrio na assistência à saúde da população”, explicou o secretário.

Conforme os dados da SES, de fevereiro a julho deste ano, foram abertos 1.655 leitos de UTI em todo o estado. Além disso, o governo adquiriu 1.047 respiradores para auxiliar os municípios no enfrentamento da pandemia. Outros 343 equipamentos foram enviados ao estado pelo Ministério da Saúde, sendo 174 para uso em UTI’s, e 169 ventiladores de transporte, utilizados em ambulâncias.
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