Bairros de Coronel Fabriciano terão pacote de obras de drenagem

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Obras vão começar nesta segunda-feira (6) e serão feitas em lotes num prazo total de um ano

As Secretarias de Governança Urbana, Planejamento e Meio Ambiente e de Obras e Serviços Urbanos de Coronel Fabriciano informam que darão início a mais um pacote de obras de drenagem pluvial. Os investimentos são de R$ 3,2 milhões, em recursos próprios do município e do Fundo Municipal de Saneamento Básico, e vão beneficiar de ruas e pontos críticos de alagamento em toda a cidade.

A ordem de serviço foi assinada nessa quarta-feira (1) pelo prefeito Marcos Vinícius, secretários Douglas Prado (Planejamento) e Nelson Diniz (Obras) e o engenheiro Elielton Andrade, da Andrade Eireli Engenharia, empresa vencedora da licitação e responsável pelo primeiro lote de obras. As intervenções começam já nesta segunda-feira (6), e serão feitas em lotes num prazo total de um ano.

O primeiro lote contempla 17 vias, inclui obras de drenagem profunda e completares (construção de escadarias hidráulicas, bocas de lobos, galerias etc). Dentre as vias beneficiadas nesta etapa estão: ruas Tocantins e Xingú (Universitários); Copacabana, Itaparica e Paquetá (Giovaninni); avenida Cananéia e Oito (JK); José Correia (São Gerado). Apenas no primeiro lote, serão gerados 40 postos de trabalhos diretos e indiretos.

O secretário de Governança de Obras, Nelson Diniz, explica que as obras de drenagem têm alto custo, demandando parcerias, tempo e planejamento. Ele destaca que são obras estruturantes, feita para resolver problemas antigos de maneira definitiva. “Obras de drenagem não ‘aparecem’, ficam embaixo do pavimento. Mas são essenciais para acabar com pontos de alagamento em diversas regiões da cidade, garantido a durabilidade do pavimento e promovendo mais dignidade e qualidade de vida a centenas de famílias”, explica.

Sem alagamentos na “baixada”

Conforme a atual gestão, este é o segundo grande pacote de obras de drenagem. O primeiro foi iniciado em 2019 e já está na reta final. As obras contemplaram ruas e avenidas do Melo Viana, São Domingos, Olaria/Santo Elói, Belvedere e Giovaninni que sofriam com as consequências das chuvas há décadas.

Foram construídos 2,8 mil metros de drenagem pluvial e 7,4 mil metros quadrados de pavimentação, além de construção de bocas de lobo, recuperação de sarjetas e calçamento. O investimento foi da ordem de R$ 4,1 milhões, via convênio com Caixa Econômica Federal.
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Comentários

Reginaldo Rocha 05 de julho, 2020 | 08:00
O que precisa ser feito não fazem ...asfaltar esse centro que está todo quebrado..
Marcos Guimarães 03 de julho, 2020 | 22:57
Coronel Fabriciano virou um verdadeiro canteiro de obras e tem beneficiado muito a cidade e colocado nossa cidade no mapa do desenvolvimento, há um porém!
Existe um bairro antigo, chamado Parque Industrial Novo Reno, que engloba o "caladinho do meio", fundado em 1975 pelo Prefeito da época e com o apoio do Governador do Estado de Minas Gerais, isto na época do Sr. Francelino Pereira, à época, foram criado lotes e chácaras que abrigam micro empresas, postos de gasolina e motéis naquele lugar, muitos sem o devido recolhimento de impostos. No fim da dec. de 90, foi criado o Loteamento pela Imobiliária N.R , que mediante contrato de compra e venda, não obstaculou junto á Prefeitura nenhum adquirente que se dispusesse a construir sua moradia. De forma amarga, descobrimos que a "Gleba" de terra nunca foi loteada e estamos a mais de 20 anos esperando um mandatário que regularize o Bairro Novo Reno. Especula-se a criação de um plano Diretor e verbas Federais para tal, isto num momento em que áreas invadidas foram reconhecidas via uso Capião, na contrapartida, quem comprou e pagou é tratado pelo Executivo local como pessoas de má fé que teriam invadido uma área e construído sabendo se tratar de área irregular, mas foi a Prefeitura de fabriciano que liberou, via pagamento, TODAS AS CERTIDÕES DE NUMERO.
Esse desabafo é uma resposta ao Prefeito M.Vinicius, pois num programa de rádio, pedimos à Prefeitura a capina do bairro , e um paliativo nas ruas esburacadas e sem calçamento donde as águas das chuvas transtornam o caladinho do meio e colaboram nas enchentes, e o mesmo, com suas 4 rodas agarradas na legalização nos respondeu ao vivo que eu apresentasse a escritura e que ele colocaria o asfalto no mesmo dia.
Pedimos ao D.A que nos dê visibilidade, são mais de 120 famílias morando em local de difícil acesso e sem o devido RESPEITO de quem foi eleito para trabalhar em prol do povo.

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