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16 de junho, de 2020 | 08:00

População avalia segurança ao transitar pelas ruas na pandemia

O Diário do Aço ouviu populares, que estavam de passagem pelo Centro de Coronel Fabriciano, a respeito do assunto

O número de casos confirmados do novo coronavírus (covid-19) tem sido uma realidade em todos os municípios do Vale do Aço. Apesar da orientação das autoridades de saúde e também de decretos que preveem o uso de máscaras em espaços públicos, nem todos sentem segurança em transitar pelas ruas.

Sair somente quando necessário, e rapidamente, tornou-se a prática de muitos, até que a pandemia passe. O Diário do Aço ouviu populares, que estavam de passagem pelo Centro de Coronel Fabriciano, a respeito do assunto.

Wôlmer Ezequiel
''Medo de andar por aí a gente tem, mas precisamos trabalhar. Na minha opinião, ampliar o horário de comércio de Coronel Fabriciano foi uma medida exemplar que o prefeito teve, porque aí não gera aglomeração, acho que esse abre e fecha de comércio é pior, porque na hora que fecha por um determinado tempo e abre, faz com que haja mais aglomeração do que se já tivesse aberto o tempo todo. Estamos preocupados mesmo, porque o vírus é uma realidade cada vez mais frequente e perto de nós. Então, agora temos que redobrar os cuidados, mas sem deixar de viver''. Alexsandro Silva, empresário, Centro de Coronel Fabriciano''Medo de andar por aí a gente tem, mas precisamos trabalhar. Na minha opinião, ampliar o horário de comércio de Coronel Fabriciano foi uma medida exemplar que o prefeito teve, porque aí não gera aglomeração, acho que esse abre e fecha de comércio é pior, porque na hora que fecha por um determinado tempo e abre, faz com que haja mais aglomeração do que se já tivesse aberto o tempo todo. Estamos preocupados mesmo, porque o vírus é uma realidade cada vez mais frequente e perto de nós. Então, agora temos que redobrar os cuidados, mas sem deixar de viver''. Alexsandro Silva, empresário, Centro de Coronel Fabriciano


Wôlmer Ezequiel
''Eu sinto insegurança em sair sim. Mas às vezes precisamos comprar alguma coisa. O medo está em 50%, e por isso tenho evitado ir à rua. Agora precisei vir ao supermercado, mas estou sempre de máscara, passo álcool em gel, passo no corpo todo. Vejo muita gente sem máscara, idosos, pessoas que não estão levando a sério. Eu ia muito ao Horto, em Ipatinga, mas agora estou ficando mais aqui, desde o início da pandemia. Circulo basicamente entre Centro e o bairro JK, onde trabalho''. Henrique Pereira, estudante, Centro de Coronel Fabriciano''Eu sinto insegurança em sair sim. Mas às vezes precisamos comprar alguma coisa. O medo está em 50%, e por isso tenho evitado ir à rua. Agora precisei vir ao supermercado, mas estou sempre de máscara, passo álcool em gel, passo no corpo todo. Vejo muita gente sem máscara, idosos, pessoas que não estão levando a sério. Eu ia muito ao Horto, em Ipatinga, mas agora estou ficando mais aqui, desde o início da pandemia. Circulo basicamente entre Centro e o bairro JK, onde trabalho''. Henrique Pereira, estudante, Centro de Coronel Fabriciano


Wôlmer Ezequiel
''Estou preocupada, porque a cada dia os casos aumentam mais e não tem uma classe de grupo de risco, somos todos, todos podemos pegar. Todo mundo tem um problema de saúde, independentemente se for criança ou adulto. Eu evito ao máximo, compro a maior parte dos itens de meu consumo pela internet. Vim aqui rapidinho e já estou voltando pra casa, usando álcool, sempre com cuidado. Fico mais aqui na cidade, ia para Ipatinga porque trabalho lá, mas como tem muita gente infectada, não estou indo. Onde trabalho não é obrigatório ir ao local, se considerarmos arriscado''. Ana Carolina dos Santos, consultora de moda e calçados, Melo Viana''Estou preocupada, porque a cada dia os casos aumentam mais e não tem uma classe de grupo de risco, somos todos, todos podemos pegar. Todo mundo tem um problema de saúde, independentemente se for criança ou adulto. Eu evito ao máximo, compro a maior parte dos itens de meu consumo pela internet. Vim aqui rapidinho e já estou voltando pra casa, usando álcool, sempre com cuidado. Fico mais aqui na cidade, ia para Ipatinga porque trabalho lá, mas como tem muita gente infectada, não estou indo. Onde trabalho não é obrigatório ir ao local, se considerarmos arriscado''. Ana Carolina dos Santos, consultora de moda e calçados, Melo Viana


Wôlmer Ezequiel
''Eu não estou me sentido seguro. Vejo muitos não levando a sério, pessoas próximas a mim e que não acreditam. Prefiro até ficar em casa. Tenho a dizer para essas pessoas que não acreditam que elas podem morrer. E o problema maior é passar pra gente que está se cuidando. Isso acontece muito, a pessoa pega e leva para dentro de casa''. Felipe Ramos, estudante, Centro de Coronel Fabriciano''Eu não estou me sentido seguro. Vejo muitos não levando a sério, pessoas próximas a mim e que não acreditam. Prefiro até ficar em casa. Tenho a dizer para essas pessoas que não acreditam que elas podem morrer. E o problema maior é passar pra gente que está se cuidando. Isso acontece muito, a pessoa pega e leva para dentro de casa''. Felipe Ramos, estudante, Centro de Coronel Fabriciano
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Comentários

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Tânia Oliveira

16 de junho, 2020 | 17:33

“Em Ipatinga,no bairro Canaã o comércio está funcionando normalmente, não tem restrição nenhuma,as pessoas não respeitam,o uso de máscaras nem o distanciamento,o supermercado Garcia,vive lotado, não tem controle de pessoas dentro do estabelecimento,a polícia passa o tempo todo,mas não multa nem manda fechar as lojas de roupas,sapatos e outros que não são essenciais...”

Ivanil Silva

16 de junho, 2020 | 15:37

“Enquanto não convivermos com 'nomes' de pessoas próximas que estão infectados e temos apenas "número" a população vai ficar sem acreditar Não me excluo, porém me cuido...álcool gel, sabão e banho sempre que chegar em casa, trocando de roupa, é claro.”

Solange Chagas

16 de junho, 2020 | 08:24

“A doença existe e é perigosa, infelizmente muitos não acreditam e nem usam máscara. E tem essas pessoas que caminham sem máscara e voltam pra casa sem se preocupar com as pessoas que deixaram dentro de casa do grupo de risco. A fiscalização deveria multar estes indivíduos que caminham sem máscara , só doendo no bolso que aprende. ( Nas proximidades do Nescau e na ciclovia do Canaã)”

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