Deslocamento de peças da Usiminas Mecânica altera o trânsito

O percurso deve ser concluído em cerca de uma hora na manhã dessa quinta-feira

Arquivo DA/Wôlmer Ezequiel


Imagem de uma peça da empresa transportada em 2018

Duas peças de grandes proporções, fabricadas pela Usiminas Mecânica, serão transportadas nessa quinta-feira (14), a partir das 8h. Na primeira etapa, as carretas sairão da rotatória do Shopping Vale do Aço, seguirão pela avenida Pedro Linhares Gomes até a saída de Ipatinga e ficarão estacionadas em área apropriada.

O percurso deve ser concluído em cerca de uma hora. Já na sexta-feira (15), as peças saem às 9h, pela BR-381, rumo a Governador Valadares, de onde seguem para o destino final, no estado do Pará. Todo o transporte na área urbana da cidade de Ipatinga será acompanhado pelos órgãos competentes, destaca a Usiminas.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: falecomoeditor@diariodoaco.com.br

Comentários

José Antônio 14 de maio, 2020 | 18:20
Como dizem os "entendidos" lá da politicamente sofrida Brasília "estamos em uma democracia" e cada um de nós temos o "direito", garantido pela "avacalhada" Constituição, de "falar o que quiser", mas, aqui prá nós, dentre tantos comentários "sem pé nem cabeça" só faltou um: Porque não fizeram o transporte das peças por via aérea? Poderia ser em um avião cargueiro ou acorrentadas aos "pés" do avião transportador. Seria mais prático e não causaria nenhum transtorno ao trânsito terrestre e marítimo.
Felipe 14 de maio, 2020 | 16:06
Pq pq... Isso pq devido ao plano JK de 50 anos em 5... Usou a rodovia como meio de transporte primário no BR. Simples, mudar isso ? Agora é tarde. Só com o tempo... Não é assim de uma hora pra outra. Agora vamos pagar os 50 anos. Nada cresce rápido sem efeitos colaterais. E o crescer, bom em relação a isso, foi um crescimento de exploração não de desenvolvimento, então é isso. Vamos colher o que os velhos plantaram e ainda trabalhar para eles... Hoje os velhos detém mais de 91% de todas riquezas do país.
Otaviano Pereira 14 de maio, 2020 | 15:31
Essas peças são fabricadas por empresas que têm tecnologia (máquinas/ferramentas/engenharia) por isso não são montadas no cliente). Com relação a transporte não tem como ser ferroviario (tuneis).
Com relação ao uso da pista a empresa transportadora paga varias taxas (AET, tx de policía estadual e taxa de PRF).
Arthur 14 de maio, 2020 | 10:20
É a indústria funcionando gerando empregos e circulação capital... agradeçam isso estar acontecendo...
De Olho na Cidade 14 de maio, 2020 | 08:25
MEU DEUS FICO SO OBSERVANDO QUANTOS COMENTÁRIOS IMBECIS POSTADO POR LEITORES..SEMPRE FOI ASSIM E SEMPRE SERÁ.. RODOVIÁ PARA UMA SITUAÇÃO DESTA AINDA É MAIS VIAVÉL DO QUE OUTRAS FORMAS ISSO SEM CONTA COM A SEGURANÇA DESTE DA SAIDA DA PEÇA ATÉ A CHEGADA NO DESTINO..
RINALDO CAMPOS INDEPENDENTE DESTA PEÇA PASSAR OU NÃO SOBRE A ROVIA, NÃO AFETARA NEN MAIS OU MENOS NA SITUAÇÃO DA PISTA
Rinaldo Campos 14 de maio, 2020 | 07:52
Imagine os estragos por causa do peso que esse caminhão vai fazer na pista e o transtorno aos motoristas que essa carga vai provocar no trajeto até o Pará. Será que não pode ir pelo mar. Só no Brasil pra isso acontecer.
Erick Márcio Toledo de Souza 14 de maio, 2020 | 06:48
porque a peça tem o tamanho excedente e ñ passaria nos túneis simples assim.
Bolsonaro 13 de maio, 2020 | 20:38
Não consigo entender porque não montam a peça no local de destino?
Leoncio Simoes 13 de maio, 2020 | 19:59
Porque nao usar a ferrovia, estradas em pessimo estado.

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

ENVIE O SEU COMENTÁRIO