Moda prevista para julho

Wagner Penna e o que há de mais novo no mundo da moda

MODA EM JULHO
A ansiedade do circuito fashion para retomar suas atividades, ou parte delas, pelo menos, foi revelada por meio de lives e levantamentos que as entidades do setor e empresários fizeram junto aos seus clientes e associados. Diante disso, eles resolveram preparar as máquinas para funcionar logo que o distanciamento social for amenizado.

Divulgação


A marca Fabiana Milazzo estará no salão NovoShowroom
As previsões, ao menos em São Paulo, são de que a vida comercial começará a girar para todos os setores no mês de julho. Assim, a moda não perdeu tempo e os promotores remarcaram as datas dos salões de negócios que haviam sido suspensos em abril por causa da pandemia do coronavírus.

Em resumo, os dois principais eventos paulistanos da área ficaram assim: o salão NovoShowroom será entre os dias 6 e 10, no Espaço Vila Verico, enquanto o salão Casamoda vai ao ar de 7 a 10, no hotel Unique. Nos dois eventos, será expressiva a presença de marcas mineiras. Nas araras dos dois eventos estará a moda para o verão 2021.

VAIVÉM
* Os desvios nas demandas criadas em função da crise do coronavírus também chegaram à moda. Uma carga com máscaras de grife - incrível, mas isso existe - foi apreendida, só que o produto era falso. Nomes de peso da moda mundial estavam lá. Tudo fake. A malandragem não perde tempo. ***

* Com a enxurrada de lives colocadas à disposição nas redes sociais, o Brasil ficou entre os 10 países que mais usam esse recurso para se comunicar durante a crise do coronavírus. Na liderança, por aqui, está a turma de artistas sertanejos. A moda ficou na lanterninha. ***

* O calendário de lançamentos da moda será alterado, radicalmente, a partir de 2021. Este é o consenso geral entre confeccionistas e lojistas. E deve voltar o bom senso de produzir menos, na época certa e respeitando o bolso da consumidora. As liquidações antecipadas e suicidas também serão repensadas. ***

PONTO FINAL – Calcula-se que a queda nas vendas na produção fashion no Brasil pós-vírus poderá alcançar até 50%. Muito pior está o Paquistão, onde 80% das exportações saem da indústria têxtil. Nosso consolo é que tudo nesse mundo passa. Amém!
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