22 de abril, de 2020 | 13:20
Unimed Vale do Aço já produziu mais de 2 mil EPIs
No hospital, as máscaras e capotes são produzidos com material apropriado, de acordo com as normas de segurança estabelecidas pelos órgãos responsáveis
A pandemia do novo coronavírus (Covid-19) tem feito muitas empresas e operadoras de planos de saúde se reinventarem. É o caso da Unimed Vale do Aço, que para lidar com a escassez de Equipamentos de Proteção Individual, os EPIs, passou a investir na produção própria. Em pouco mais de um mês de trabalho, mais de 2 mil peças já foram confeccionadas, informou a cooperativa.
A produção de máscaras e capotes iniciou para sanar uma necessidade da própria Unimed, que já enfrenta dificuldades para comprar EPIs que são essenciais para a realização dos atendimentos com segurança. Já tínhamos uma costureira que trabalhava com reparos de enxovais cirúrgicos e a partir dela começamos uma cadeia de produção que hoje conta com voluntárias de vários setores e até alguns familiares”, explicou Karyne Melo, gerente executiva assistencial no Hospital Metropolitano Unimed (HMU).
Em um levantamento feito pela cooperativa, já foram contabilizados mais de 2 mil EPIs produzidos. Iniciamos nossa produção no dia 24 de março, e até o momento foram confeccionadas 1.877 máscaras e 471 capotes”, apontou Adeniz Macedo, gerente de Hotelaria do HMU.
No hospital, as máscaras e capotes são produzidos com material apropriado, de acordo com as normas de segurança estabelecidas pelos órgãos responsáveis. Todos os EPIs confeccionados são utilizados por médicos cooperados e equipe de assistência da Unimed Vale do Aço.
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