Jogadores da Premier League criam fundo para ajudar sistema de saúde inglês

Com o Campeonato Inglês paralisado, os jogadores foram criticados pela mídia britânica na última semana por resistir aos pedidos dos clubes para aceitar mudanças em seus salários

Divulgação Twitter Tottenham


Decisão de atletas veio depois de uma série de críticas da mídia britânica

Os jogadores de futebol da Premier League, que estão enfrentando pressão para aceitar cortes salariais durante o surto do novo coronavírus (Covid-19), lançaram um fundo para arrecadar dinheiro para instituições de caridade do Serviço Nacional de Saúde (NHS) britânico para ajudar no combate à pandemia.

Com o Campeonato Inglês paralisado, os jogadores foram criticados pela mídia britânica na última semana por resistir aos pedidos dos clubes para aceitar mudanças em seus salários.

O sindicato dos jogadores, no entanto, questionou o pedido de redução de 30% nos salários dos atletas, dizendo que reduziria a receita tributária para o NHS do Reino Unido.

O sindicato disse que os jogadores querem garantir que suas contribuições apoiem os clubes em que jogam, funcionários que não jogam, clubes de divisões inferiores e o NHS.

"Podemos confirmar que, após conversas extensivas entre um grande número de jogadores de todos os clubes da Premier League, criamos nossa própria iniciativa coletiva de jogadores, #PlayersTogether", informou o comunicado dos atletas.

Southampton sai na frente

Na quinta-feira, o Southampton se tornou o primeiro clube da Premier League a anunciar que seus jogadores e comissão técnica reduzirão seus salários durante a pandemia. Em comunicado, o clube disse que não usaria o esquema de licença remunerada do governo como o Liverpool fez - e que depois voltou atrás.

"O conselho de administração, a comissão técnica e o elenco da equipe principal concordaram em reduzir parte de seus salários pelos meses de abril, maio e junho para ajudar a proteger o futuro do clube, os funcionários que trabalham para ele e a comunidade que servimos. Nestes tempos sem precedentes, estamos lidando com muitos desafios ao nosso modelo de negócios e às operações cotidianas".
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