Petrobras espera que queda de preço da gasolina chegue aos postos

Preço do combustível nas refinarias é o mais baixo desde 2011

© Tomaz Silva/Agência Brasil


No acumulado do ano, a redução do preço da gasolina é de cerca de 40%
(Ana Cristina Campos - Repórter da Agência Brasil*)
A Petrobras informou que, com uma nova redução de 15% a partir desta quarta-feira (25), o preço médio da gasolina nas refinarias passa a ser R$ 1,14 por litro. Este é o menor preço cobrado pela companhia desde 31 de outubro de 2011.

“A Petrobras espera que este movimento nos preços se reflita, no curto prazo, na redução do preço final cobrado ao consumidor”, diz nota divulgada pela empresa.

No acumulado do ano, a redução do preço da gasolina é de cerca de 40%.

De acordo com pesquisa semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 15 e 21 de março, o preço médio ao consumidor no país para a gasolina era de R$ 4,486 por litro.

Repasse ao consumidor

O repasse de ajustes dos combustíveis nas refinarias para o consumidor final nos postos não é imediato e depende de diversos fatores, como consumo de estoques, impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.

Postos de combustíveis pelo país já sentem queda importante na demanda, em meio a medidas de isolamento social praticadas por autoridades e sociedade em geral para evitar a proliferação do novo coronavírus.

No caso do preço do diesel, a petroleira não realizou ajuste nesta quarta-feira. Mas o combustível fóssil vendido pela companhia acumula recuo de aproximadamente 30% neste ano até o momento.

*Com informações da Reuters
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: falecomoeditor@diariodoaco.com.br

Comentários

Marcos Guimarães 27 de março, 2020 | 07:44
"Uma queda acumulada de 40%...."

A Politica de preços no Brasil está aquém de nosso entendimento!
Não existe uma Fiscalização, saudosos tempos da SUNAB que colocava os Fiscais do Governo Federal nas ruas e estes aplicavam multas aos engraçadinhos que exploravam, o termo usado era a palavra ágil, isto mesmo, para significar o abuso nos preços, na bíblia é chamado usura, um pecado capital, naquele tempo nascia um livro chamado código de defesa do consumidor, que hoje em dia anda esquecido pelo povo que desaprendeu ler.
Tivemos reajustes astronômicos nas contas de água, luz, gás de cozinha. passagens de trem, metrô, ônibus, aumentos na cesta básica e redução no tempo de descanso, pois precisamos de um segundo emprego para complementar a renda....vendemos salgadinhos, docinhos, sorvetes, bijuterias e perfumes da Avon, boticário e Eudora...mas o povo parece que adora sofrer, um misero reajuste salarial em Dezembro e Janeiro e em Fevereiro lotamos as ruas pulando e dançando o carnaval enquanto a classe politica fuma o Charuto cubano e soltando a fumaça num canto de boca diz:" _Eles são pobres e felizes!"
A alta dos preços chega nas prateleiras e bombas de combustíveis em 24 horas ou menos! Nem temos um surto real de COVI19 no vale do Aço e uma feira de R$70 reais, saiu pra mim por pouco mais de R$150 reais, e todos estamos pagando mais caro....
A próxima REVOLUÇÃO precisa mesmo ser a das mentes dos brasileiros ou nunca deixaremos o estigma de subdesenvolvidos. lembrem-se que o Homem das cavernas ousou sair delas, outros ainda creem nas sombras que lá dentro se formam.

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

ENVIE O SEU COMENTÁRIO