Comerciante de Ipanema é preso por vender remédio que curaria Covid-19

O comerciante vendia cada frasco por R$ 30

Polícia Civil/Divulgação


Homem foi preso em flagrante com várias amostras do remédio

Um comerciante de Ipanema, de 38 anos, foi preso em flagrante acusado de vender um medicamento que dizia milagroso e prometia a cura do novo coronavírus (Covid-19) e de outras doenças, até mesmo câncer. A prisão ocorreu na segunda-feira (23) e na terça-feira (24), a juíza Luciana Mara de Faria, da Comarca de Ipanema, converteu o flagrante em prisão preventiva, o que mantém o comerciante na cadeia. As informações são do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

Há meses L.G.R. vendia clandestinamente o suposto medicamento chamado de "Imunotex Plus", feito, segundo ele, de produtos naturais extraídos da planta gerânio. Com a disseminação do coronavírus, as vendas aumentaram, chamando a atenção da Polícia Civil de Ipanema, onde Lucimar mora.

Após denúncias anônimas, uma equipe de policiais, comandada pelo delegado Alfredo Serrano dos Reis, titular da Polícia Civil de Ipanema, foi ao endereço do comerciante, no Centro da cidade, e o prendeu em flagrante com várias amostras do remédio. O medicamento era comercializado por meio de anúncios em sites e jornais da região, e entregue pelos Correios. O comerciante vendia cada frasco por R$ 30.

Os policiais apuraram a venda de três frascos em Ipanema, mas a maior parte da comercialização era realizada pela internet. A polícia ainda não sabe a quantidade exata de frascos vendidos e entregues pelos Correios para clientes de todo o país.

De acordo com a polícia, Lucimar admitiu a venda do medicamento e se auto intitulou como "naturopata".
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