Viaduto sobre a avenida Magalhães Pinto será interditado para obras

A previsão é que as intervenções, realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), sejam executadas em até 15 dias, período em que o viaduto ficará interditado

Silvia Miranda


Local será interditado na segunda-feira, prazo de conclusão das obras é de 15 dias

Na próxima segunda-feira (10), o viaduto da avenida Tancredo Neves, em Coronel Fabriciano, localizado sobre a avenida Magalhães Pinto, será interditado para obras emergenciais de caráter estrutural. Três vigas metálicas de cerca de 50 cm de espessura serão adicionadas ao equipamento urbano para garantir seu funcionamento até a execução das obras definitivas, informa o governo municipal.

A previsão é que as intervenções, realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), sejam executadas em até 15 dias, período em que o viaduto ficará interditado. O Secretário de Governança de Planejamento Urbano e Meio Ambiente, Douglas Prado, explica que as obras serão paliativas e que um projeto de recuperação definitiva do viaduto será protocolado já na próxima semana em Brasília. “A Prefeitura vai acompanhar juntamente com o Dnit todas as etapas para a aprovação do projeto, garantindo a execução da reforma definitiva do viaduto o quanto antes”, afirma.

Reforma necessária

O Executivo municipal destaca que a reforma definitiva é reivindicada desde 2017, dada às condições de conservação do equipamento. O viaduto é a principal ligação da cidade – bairros do Melo Viana e Centro – e ao longo dos anos sofre abalos constantes devido à colisão de caminhões que normalmente ficam agarrados debaixo da estrutura que possui apenas 3,6 metros de altura e que após a obra será elevada a 5 metros. De acordo com o projeto preliminar da administração pública, o custo estimado da reforma é de R$ 3,2 milhões com prazo de execução de quatro meses.

Batizado de Pastor Pimentel, o viaduto foi construído no começo da década de 1960, durante o mandato do então governador José de Magalhães Pinto. O nome homenageia o pastor José Alves Pimentel, fundador das Assembleias de Deus do Vale do Aço, e que na época pastoreava a igreja que fica próxima ao local.
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Comentários

Tinho 08 de fevereiro, 2020 | 08:13
Impressionante, um equipamento desse porte ter gasto de R$ 3,6 milhões numa reforma, duração de quatro meses. Parece piada, mas mais uma vez a comprovada ineficiência dos governos fica aflorada para todos verem. Pessoal, esse ano é de eleição. Nada de votar em candidatos que são socialistas... A justificativa deles em dizer que o governo tem que oferecer serviços é meramente uma desculpa para se manterem no poder e bancar as mordomias com o dinheiro da sociedade pagadora de impostos! Lembre-se, não existe serviço público gratuito!
João Pedro 07 de fevereiro, 2020 | 16:49
Onde tá precisando de uma reforma também é o telhado da rodoviária de Fabriciano,chove mais dentro da rodoviária,do que do lado de fora

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