Atlético precisa de placar histórico para se manter vivo na Sul-Americana

Essa virada de placar só aconteceu duas vezes na história da competição

Bruno Cantini


Galo perdeu de 3 a 0 para o Unión, e agora precisa vencer com 4 gols de diferença para seguir na Sula

Depois do vexame na estreia na Copa Sul-Americana, quando o Atlético perdeu de 3 a 0 para o modesto Unión de Santa Fé, na Argentina, na noite de quinta-feira, agora o alvinegro precisa de uma virada histórica para se manter na competição. O jogo de volta será no dia 20 de fevereiro, no Independência.

Para seguir na Sula, o Galo precisa de uma vitória por pelo menos quatro gols de diferença. Triunfo alvinegro por 3 a 0 leva a decisão para os pênaltis. Qualquer outro placar é favorável ao Unión.

Essa virada de placar só aconteceu duas vezes na história da competição. A primeira foi em 2003, quando o Libertad-PAR, que havia perdido o jogo de ida por 3 a 0 para o Nacional-URU, devolveu o placar no jogo de volta e garantiu a classificação nos pênaltis. Em 2017, o Deportivo Anzoátegui-VEN abriu o confronto com um 3 a 0 sobre Huracán-ARG. Na segunda partida, os argentinos reverteram o placar, aplicando um 4 a 0.

Para conseguir esse feito, Dudamel disse que os jogadores serão muito mais cobrados. "Tenho cinco partidas no Atlético. Duas vitórias e dois empates no Campeonato Mineiro. Primeira saída internacional, uma dura derrota, uma grande lição. E minha forma de trabalhar e minhas convicções não permitem olhar à frente com insegurança. Sei onde estou, sei os jogadores que conto e, nestas circunstâncias, vou começar a conhecer mais porque vai começar uma maior exigência", destacou o treinador.
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