Operação Dèjá Vu faz apreensões nos bairros Esperança e Bom Jardim, em Ipatinga

Ação conjunta da PM e Ministério Público cumpriu mandados busca e apreensão e de prisão para suspeitos de crimes

Wellington Fred


Em um dos alvos dos policiais, maconha e cocaína, além de um revólver aprendidos

O 14º Batalhão de Polícia Militar, em parceria com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), encerrou a operação denominada Dèjá Vu. O alvo foi uma quadrilha especializada no tráfico de drogas que atuava na região dos bairros Bom Jardim e Esperança, em Ipatinga. A Operação iniciou-se no mês de julho e nesta quinta-feira (5) teve seu encerramento, sendo cumprido seis mandados de prisão e sete mandados de busca e apreensão.

Ao todo, oito pessoas foram presas e apreendidas porções de drogas, dinheiro possivelmente do tráfico, R$ 350 em cédulas falsas, outras moedas estrangeiras, celulares, arma de fogo e munição. O tenente Glauberson informou ao Diário do Aço que a operação foi desencadeada de forma conjunta, entre o Ministério Público e o 14º Batalhão da Polícia Militar.

O objetivo era pegar pessoas suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas e crimes violentos, como homicídios. “São vários pontos, alvo dos trabalhos. A maioria deles com resultados positivos”, avaliou o oficial ao fim da operação na manhã desta quinta-feira.

Um dos alvos era L.J.R., de 25 anos, na rua Hortênsia, no bairro Esperança. Ele estava com mandado de prisão expedido e ainda os militares cumpriram um mandado de busca e apreensão para a casa onde estava a jovem D.M.T.S., de 19 anos, namorada de L.J.

No momento da chegada dos PMs, apenas a jovem estava na residência. Os policiais encontraram cinco celulares e alguns objetos suspeitos de estarem ligados ao tráfico de drogas. Uma denúncia chegou aos policiais, segundo a qual o investigado ligou para a mãe dele, que mora em outra casa, determinando que ela escondesse a droga.

L.J. chegou no fim dos trabalhos da polícia na casa dele e recebeu voz de prisão. As equipes da PM foram para a rua Oscar Gonçalves, no bairro Bom Jardim, onde fica a residência da mãe do suspeito, a dona de casa E.I.M., de 44 anos. A mulher negou que houvesse drogas no local, mas acabou depois confessando onde estava o entorpecente.

Em uma caneca na cozinha foram apreendidas 63 pedras de crack e 27 buchas de maconha. No quarto, dentro de um livro, R$ 350 em cédulas falsificadas, além de R$ 260 que seriam da comercialização da droga. Um celular, que seria o meio de contato dos usuários com L.J. foi recolhido pelos PMs e todos os objetos entregues na delegacia de Polícia Civil.

Mais drogas apreendidas

Em outro alvo dos policiais na operação Dèjá Vu, as equipes foram até a rua Arruda, no Bom Jardim, e na rua 20, no bairro Esperança, residências frequentadas pelo investigado L.H.S.B., de 25 anos. Ele estava com mandado de prisão expedido, além das ordens judiciais de buscas e apreensões para esses endereços. L.H. foi localizado na rua 20, com R$ 52 no bolso, além de uma bucha de maconha.

Na casa da rua 20, os militares encontraram em um armário embalagens plásticas usadas para separar entorpecentes, R$ 290, porção de maconha e um tubo com cocaína e outros com resíduos do pó ilícito. Enquanto isso, outras equipes foram para o outro alvo, uma residência na rua Arruda, no Bom Jardim.

Os militares encontraram um revólver calibre 38 com seis cartuchos intactos e um pacote com 24 cartuchos do mesmo calibre. Em uma bolsa foram encontradas duas barras de maconha, mais dois tabletes e três porções da mesma droga, dez porções grandes de cocaína e dezenas de tubos (pinos) usados para acondicionar a cocaína.

Além do investigado foi presa a namorada dele, L.C.L., de 19 anos, pois havia indícios segundo os quais ela participava, com o namorado, na venda de entorpecentes. Foram achados cadernos com anotações, possivelmente da movimentação da droga. O casal foi encaminhado para a delegacia com todo o material apreendido.


Veja o resultado da operação Dèjà vu
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Comentários

Jéssica 13 de dezembro, 2019 | 18:30
Complicado, mas a vida é assim mesmo. Uns não tem vergonha mais não, preso ou não estão nem aí. Kkkk
Haojue 06 de dezembro, 2019 | 07:08
Denilson foi preso d novo? Tá complicado ver ele q já foi preso e continuar vendendo drogas na porta da escola pra criança! Qualquer horário que passar na praca ele tá lá na lojinha vendendo as paradas

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