O cinema brasileiro

Antes era tudo ‘no peito e na raça’, agora é tecnologia pura

No dia 5 de novembro comemora-se o Dia do Cinema Nacional. E pode-se dizer que o cinema brasileiro nunca produziu tanto. Tanto e tão bem. Hoje, as produções do cinema nacional podem competir quase que em pé de igualdade com os trabalhos realizados por cineastas de outros países.

Mas existe uma grande poesia envolvendo o cinema nacional. Já houve épocas em que as produções iam para as telas "na raça", ou pela falta de tecnologia que existe hoje ou pela ausência total de recursos.

GB Imagem


Palhaço, acrobata, ator caricato, cantor e compositor, Oscarito tornou-se o comediante mais popular do Brasil, a partir dos anos 40, quando começou a atuar na Atlântida, na qual estreou com a comédia musical
Tal situação produziu uma legião de heróis como Mazzaropi, Oscarito, Grande Otelo, Vida Alves, Hebe Camargo, Agnaldo Rayol, Walter Forster, entre tantos outros.

Oscar Lourenço Jacinto da Imaculada Conceição Teresa Dias nasceu em 1906 e ficou conhecido como "Oscarito, o Rei da Chanchada".

Palhaço, acrobata, ator caricato, cantor e compositor, Oscarito era também um astro de teatro de revista, mas tornou-se o comediante mais popular do Brasil, a partir dos anos de 1940, quando começou a atuar na Atlântida, na qual estreou com a comédia musical "Tristezas Não Pagam Dívidas" (1944).

Oscarito fez mais 34 filmes nessa companhia de cinema, participando da criação e imortalização do gênero "chanchada brasileira", o que na realidade era um teatro de revista filmado.

Oscarito fez uma famosa dupla com Grande Otelo e em seus filmes cantou marchinhas de carnaval que se tornaram sucessos, como "Marcha do Gago", "Pouca Roupa" e "Marcha do Neném". Seus filmes mais famosos foram "Aviso aos Navegantes", "Carnaval no Fogo", "Este Mundo É Um Pandeiro", "Nem Sansão Nem Dalila".
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