Copasa vai substituir hidrômetros em Minas Gerais

É ele que registra a quantidade de água que cada usuário consome em todas as cidades operadas pela Copasa em Minas Gerais

Divulgação


A previsão é de que até dezembro de 2019 sejam substituídos 420 mil hidrômetros por equipamentos mais modernos

O hidrômetro é o aparelho responsável pela medição do volume de água consumida. Assim, toda vez que a torneira for aberta, o chuveiro ou a descarga for acionada, o hidrômetro entra em ação. É ele que registra a quantidade de água que cada usuário consome em todas as cidades operadas pela Copasa em Minas Gerais.

Por ser um instrumento de medição, o seu uso é regulado por meio da Portaria 295 de julho de 2018, do Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e Tecnologia (Inmetro), que constitui como uma forma de garantir a justa medição da água utilizada pelos usuários deste serviço. Esta legislação prevê, dentre outros requisitos de qualidade do hidrômetro, a realização de ensaios para avaliação de seu desempenho, além da necessidade de verificações periódicas e eventuais destes aparelhos.

Segundo o gerente da Divisão de Hidrometria, Arnaldo Reis Carvalho Filho, desde 2004, a Copasa institucionalizou o Programa de Melhoria de Qualidade da Micromedição (PMQM), que tem por finalidade promover a substituição de hidrômetros em todo o Estado, que estejam defasados tecnologicamente, por tempo de uso ou inadequados ao perfil de consumo.

“A previsão é de que até dezembro de 2019, sejam substituídos 420 mil hidrômetros por equipamentos mais modernos que apresentem melhor desempenho na medição, como por exemplo a utilização de medidores ultrassônicos que apresentam tecnologias mais resistentes ao desgaste prematuro, além de oferecer possibilidades de medição de vazões cada vez menores e mais adequados às soluções da medição inteligente”, informou.

Ainda de acordo com o gerente da Copasa, a execução desse serviço é de total responsabilidade da Copasa e não acarreta nenhum ônus para o usuário. “A substituição dos hidrômetros é uma ação que tem como propósito manter o padrão de qualidade da prestação dos serviços e a satisfação dos usuários. Como qualquer aparelho de precisão, o equipamento está sujeito a eventuais desgastes e defasagem tecnológica, que pode gerar uma imprecisão na medição da água consumida em torno de 16%, conforme estudos estatísticos e de estimativas elaboradas pela Copasa”, explicou Arnaldo Reis.

“Na Companhia são utilizados vários tipos de hidrômetros que variam de acordo com sua necessidade e característica. Eles são adquiridos de diversos fabricantes e todos são aprovados em laboratórios autorizados pelo Inmetro. Somente, após essa autorização, os equipamentos são disponibilizados para instalação pelas unidades operacionais”, acrescentou.

Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: falecomoeditor@diariodoaco.com.br

Comentários

Rosinete 02 de Novembro, 2019 | 10:42
O problema vai ser ter água no registro pra medir...pago um absurdo e nunca tenho água suficiente... Tenho um pai acamado, são muitas vezes que ele pede um banho e não posso dar...por falta de água... tenho que fazer o banho de leito.Tenho que sortiar se lavo roupa,passo pano na casa ... isso se estiver caindo água...caso contrário tenho que pagar para ficar sem água...Copasa empresa sem estrutura.
Elison Pinho dos Santos 01 de Novembro, 2019 | 19:07
A COPASA continuará nos cobrando ar? Esse medidor contabiliza apenas água? O Inmetro aprova o instrumento independentemente do que o mesmo mede? Falta transparência. O ministério público deveria agir contra essa pouca vergonha.
Edimar Silva 01 de Novembro, 2019 | 14:36
Companheiro,o bloqueador de ar funciona também se você coloca lo depois do relógio e antes de qualquer torneira, pois a pressão do ar não tem força pra girar o relógio.
Na minha casa coloquei depois do relógio e estou economizando na média de 30% no consumo mensal.
A economia vale apena pelo custo do bloqueador..
Cidadão Indignado 01 de Novembro, 2019 | 12:44
É uma pouca vergonha esse negócio de agente não poder instalar um bloqueador de ar antes do relógio. Agora com esses relógios novos, qual será o verdadeiro grau de precisão de medição? Será que a conta vai continuar subindo? Não se mexe em time que tá vencendo, acho que essa é mais uma oportunidade para nos subtrair nosso pobre dinheirinho.
José da Paixão Rodrigues 01 de Novembro, 2019 | 08:15
Esta semana, um funcionário da Copasa passou em todas as casas no Bethânia perguntando se o morador não usa água da empresa e chegando até a entrar no lote para ver o poço (ou cisterna).
A preocupação é será que desta vez a Copasa irá colocar hidrômetros nos referidos poços ou cisterna?
Com a palavra a famigerada Copasa...
Espedito Anselmo 31 de Outubro, 2019 | 20:39
Será que esse aparelho vai medir só a água ou vai continuar medindo o ar como os atuais?

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

ENVIE O SEU COMENTÁRIO