Entidades contrárias às privatizações em Minas se reúnem na ALMG

O evento ocorreu por iniciativa do deputado estadual Celinho Sinttrocel (PCdoB)

Divulgação


Encontro teve a participação de movimentos populares e de centrais sindicais

Com participação de representantes das centrais sindicais CUT, Força, CTB, Nova Central, UGT e CSB; da CNTI, da Rede Nacional de Barragens, da Federação dos Urbanitários e da Fetaemg, do Fórum Sindical do Crea e representantes de mais de 30 sindicatos de trabalhadores da iniciativa privada e de servidores públicos, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) realizou o Encontro Setorial do Trabalho e Assistência Social do Movimento Sou Minas Demais da ALMG. O evento ocorreu por iniciativa do deputado estadual Celinho Sinttrocel (PCdoB).

O encontro, que foi a quarta reunião temática do Movimento, ocorreu na quinta-feira (3) e contou ainda com a participação dos movimentos populares que foram representados pelo MST, MAB, MAM e por movimentos e entidades ligadas à economia popular e solidária e à agroecologia, bem como por entidades vinculadas à assistência social, à defesa dos direitos das crianças, dos adolescentes, de mulheres e dos idosos. Estiveram ainda presentes o Dieese, o Observatório Sindical Brasileiro e a Escola Sindical 7 de outubro.

O objetivo do encontro foi debater propostas do mundo do trabalho para a retomada do crescimento econômico no estado. Para as entidades sindicais, a saída da crise passa pela geração de emprego e renda, com a retomada, por exemplo, de centenas de obras que estariam paralisadas em Minas, conforme apontou a Central de Trabalhadores do Brasil (CTB).

Os representantes dos diversos movimentos presentes entregaram um documento de propostas contra a crise. Entre as demandas, o documento destaca o fim da Lei Kandir e a não privatização de estatais como a Cemig, pretendida pelo governo do Estado.

Para Celinho, a escuta das entidades e movimentos durante o encontro foi marcada pela cobrança de políticas públicas sociais e de geração de emprego e renda. “Destacamos a maturidade dos movimentos sociais que entenderam a importância de se cobrar do governo federal uma solução para as perdas da Lei Kandir e também da recusa de regimes de recuperação fiscal, que na visão dos trabalhadores não geram desenvolvimento”, endossou o deputado.

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Comentários

Helena A.nogueira 06 de Outubro, 2019 | 15:02


AS PRIVATIZAÇÕES SÃO NECESSÁRIAS. EMPRESA PÚBLICA É A PORTA ABERTA PARA CORRUPÇÃO E DISTO NÓS BRASILEIROS ESTAMOS CANSADOS. ONDE PROFESSORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA RECEBEM SALÁRIOS VERGONHOSOS OUTROS SERVIDORES PÚBLICOS RECEBEM ALTOS SALÁRIOS. TEM QUE PRIVATIZAR SIM.

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