Mãe agride professora e caso vai parar na Delegacia de Polícia

O vídeo de uma professora sendo agredida na porta de uma escola em Franciscópolis, no Vale do Jequitinhonha, gera repercussão e debate acerca dos limites dos pais em relação aos filhos enviados às escolas

Reprodução de vídeo


Professora foi agredida por mãe de estudante, na porta de escola

As imagens mostram uma mãe, no momento em que cerca a professora na porta de uma escola. Com capacete na cabeça, a professora ia para casa, quando foi indagada pela mãe do motivo pelo qual perseguia sua filha. A conversa terminou em agressão da mãe da estudante contra a professora.

Conforme relato de testemunhas, à polícia, a professora chamou a atenção da estudante porque, durante uma atividade na sala de aula, a menina fez parte de um grupo que não fez a tarefa. Na medida em que o trabalho terminava, os alunos eram liberados para saírem, pois também já chegava ao fim o horário da aula na manhã de quarta-feira (2).

Apesar de não ter feito a tarefa, a menina pediu a professora para também sair mais cedo, o que foi inicialmente negado, pois a aluna descumpria a atividade a ser desenvolvida. Com a insistência da aluna, alega a professora que a deixou sair.

A mãe da estudante, entretanto, não gostou do ocorrido e foi à escola resolver, na base da agressão, o seu descontentamento.

Nota

Em nota divulgada nessa quinta-feira (3), a subsede do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais emitiu uma nota lamentando o ocorrido: “O Sind-UTE repudia toda ação contrária aos servidores da educação e conclama a todos que fazem parte da comunidade escolar, que optem pela paz e a tranquilidade.” O Sind-UTE afirmou também que está disponibilizando todo o acompanhamento jurídico a servidora e a escola.
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Comentários

Sergio 06 de Outubro, 2019 | 22:01
Nosso presidente bolsonaro vai resolver tudo
Tião Aranha 06 de Outubro, 2019 | 09:52
A briga TB faz parte do jogo. De maus exemplos estamos fartos. Não vê lá em cima ministro moralista passando por cima da lei e querendo soltar bandido, além do mais, quem tá apanhando também tá brigando. Neste país do carnaval o errado é que é o certo. Um grande circo, e o palhaço somos todos nós. Educação nunca esteve em primeiro plano.
Alguém tem que pagar pela falta de educação e a corda só rompe sempre pro lado mais fraco. Nossa didática de ensinar está bastante arcaica. Obrigar aluno indisciplinado frequentar escola pra garantir o bolsa família dá nisso ai. Jovem não quer estudar coisa nenhuma. Professores apanhando de alunos não basta. Pais TB tem que limpar a mão. Enquanto isso, os marajas de Brasília vivem a vida desfrutando das benesses do poder. Vão acabar com a lavato, e ninguém fala nada. Só comédia. A falta de uma estrutura sociopolítica econômica virou caso de polícia, salve quem puder.
Helena A.nogueira 06 de Outubro, 2019 | 00:02

DECEPCIONANTE VER TODOS ASSISTINDO E SEM FAZER NADA. FICARAM COM MEDO DA MULHER.
MAS NÃO VAI DAR EM NADA. A MODA É : SER BIPOLAR,TER PROBLEMAS MENTAIS E TOMAR REMÉDIOS CONTROLADOS... DEVE SER PARENTE DO ADÉLIO.
ESTA EDUCAÇÃO ''PAULO FREIRE '',DE FAZER OS ALUNOS DE COITADINHOS, VÍTIMAS DA SOCIEDADE.. PEDAGOGIA DO OPRIMIDO,FICAR DANDO CHANCES PARA OS ALUNOS ,DÁ NISSO.. INFELIZMENTE ,O PROFESSOR PERDEU A AUTORIDADE.
TRISTE VER UM PROFESSOR APANHAR DE UMA MÃE DE ALUNO OU ATÉ MESMO DE ALUNO. QUE PONTO CHEGAMOSSSS.
ONDE ESTAVAM A DIREÇÃO DA ESCOLA.. NÃO VIRAM E NEM OUVIRAM NADA ?
P2 04 de Outubro, 2019 | 23:04
TA VENDO AI NÉ RAPAZIADA. A PROFESSORA APANHOU MAS APANHOU COM CAPACETE PRA PROTEGER. PROTEÇÃO NUNCA É DEMAIS. rsrsrs
Paulo 04 de Outubro, 2019 | 20:28
Fácil de resolver, expulsa o aluno que não quer ser disciplinado. Vai procurar um lugar que o aceite, quero ver se a mamãe aguenta ficar com ela dentro de casa o dia todo.
Maria Aparecida Branco Rangel 04 de Outubro, 2019 | 16:32
Sou professora na Educação infantil.
Tenho um excelente relacionamento com as mães de meus alunos.Sempre estou passando tudo para eles, e sempre com retornos positivos.
A família é essencial na participação da educação de seus filhos. É o que entidades, precisam desenvolverem, mais contatos com a família.Assim este tipo de problemas, poderiam ser evitados.
Penso assim...
Laerce dos Santos Torres 04 de Outubro, 2019 | 16:04
Uma senhora desvairada como esta tem que ser punida a Rigor e no minimo passar pelo menos um ano dentro de uma escola limpando voluntariamento o banheiro e atendendo as crianças na hora do recreio para aprender que a obrigação de educar e da familia e a escola e apenas uma extensão de casa,e se sua filha não se comporta bem na escola e porque não teve educação na familia..A identificação desta mulher deveria ser feita em redes sociais para expo-la ao ridiculo
Gildázio Garcia Vitor 04 de Outubro, 2019 | 14:21
Dentro das escolas, além da violência praticada por alguns poucos alunos e seus familiares, tem muito carinho, amizade, ensinamentos, sonhos (às vezes utópicos), esperança, cumplicidade, proteção e até aprendizagem por parte da maioria dos educandos. Tudo que eu tenho, que é muito pouco, inclusive a minha vida, que sempre foi mais ou menos, devo aos mais de 36 anos dedicados ao Magistério e, consequentemente, aos meus alunos e amigos/companheiros/colegas com quem trabalhei e ainda trabalho. Portanto, apesar das dificuldades, da violência e do salário (Oh!), tenho muito a agradecer à Educação e a todos que sempre estiveram nessa caminhada comigo.
Sandro 04 de Outubro, 2019 | 13:38
Sou professor e se algum dia pai ou mãe de aluno vier tirar satisfação comigo por causa de indisciplina de seus filhos vai ser recebido a bala...
Gustavo 04 de Outubro, 2019 | 13:33
Por isso essa geração de hoje está assim, sem limites, educadores cada vez mais assustados, com receio de exercer a profissão, pais que não apoiam a decisão dos professores em sala de aula, onde vamos parar.
Gildázio Garcia Vitor 04 de Outubro, 2019 | 13:16
Um dos problemas da violência dentro e no entorno das escolas, entre tantos, é a falta de punição aos educandos, que têm todos os direitos e, parece, nenhum dever, que se baseia no vitimismo/coitadismo, defendido pelos esquerdopatas, como eu, e o coitadismo/humanismo (perdão), defendido pelos cristãos. Conheço e tenho muitos colegas professores cristãos comunistas. E o salário? Oh!
Spartakus 04 de Outubro, 2019 | 13:12
Por isso essa geracao esta d jeito q esta!os pais a inves de corrigir os filhos ,nao. Vai agredir os professores...saudade das surras q meu pai me dava quando respondia mal aos meus queridos professores ...
Elma Ambrósio Nere 04 de Outubro, 2019 | 11:13
Este não é de forma nenhuma um caso isolado. Por isso sempre falo que se o investimento em educação fosse maior não precisaria investir tanto em segurança. Precisamos ter mais autonomia ( tb sou professora) precisamos ter mais apoio da família. Nós não educamos , damos continuidade a educação da família. Neste caso é quer colocar telha onde não tem paredes. Infelizmente.
Eduardo 04 de Outubro, 2019 | 10:36
Não precisa ir muito longe Sérgio! Isso acontece aqui no vale do aço também!
Sergio P m Lima 03 de Outubro, 2019 | 21:36
Sempre ouvi noticiarios da pobreza dessa regiao,mas vendo essa materia vejo tambem o atraso cultural do povo dessa regiao a pior pobreza é se espirito, uma mae dessa é o retrato da ignorancia e falta cultira, e deve ser uma mulher q mal sabe educar sua filha, um professor chamar atencão de um aluno é para corrigir e educar,aqui vai o meu repúdio e minha indignação sobre agressão ao professor, quanto a mãe deve ser pessoa de péssima índole, o estado tinha dar punição p está aluna para a mãe nunca mais agir como imbecil
Zoio de Zoiar 03 de Outubro, 2019 | 21:27
Por isso temos uma fábrica de marginais em nosso país. O aluno não quer fazer nada, mas a mãe prefere agredir o professor do que corrigir o filho. A que ponto esse país chegou ?
Lucas 03 de Outubro, 2019 | 20:02
Ridículo, não só a agressora, mas, quem filmou e quem estava presente e não fizeram nada.

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