Pegou mal

Fabrício Pereira

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Fabrício Pereira
No episódio da esperada eliminação cruzeirense da Copa do Brasil, o que chamou a atenção foi a declaração do meia Thiago Neves, após a derrota por 3x0 diante do Internacional.

Eu até admiro a sinceridade das pessoas, mas tenho que me perguntar: Porque ele não questionou as várias mudanças e improvisações do treinador Rogério Ceni no momento da preleção? Parece com um velho ditado popular: “Engenheiro de obra pronta”. Ou seja, se tivesse os planos do treinador tivessem dado certo, Thiago Neves não teria dito nada.

E se nenhuma providência for tomada quanto a isso, a situação pode ficar preocupante em relação ao convívio do técnico com o resto do elenco. Para mim, Thiago Neves teria que ser afastado imediatamente. Mesmo porque, apesar de ter dado uma respirada no Brasileirão, o time celeste terá três jogos duros na sequência.

Primeiro o Grêmio, neste domingo (8), às 11 da manhã, no estádio Independência; depois o Palmeiras dia 15, em São Paulo; e logo depois o Flamengo, no Mineirão, havendo uma enorme possibilidade de levar a partida para Brasília, uma vez que o clube recebeu uma excelente proposta financeira.

Avalio que isso seria um erro gigante, apesar de entender o momento financeiro que o clube atravessa. O Cruzeiro é time grande e não precisa tomar esse tipo de atitude. Seria uma afronta ao torcedor celeste. Nesse momento, muito mais do que de dinheiro, o time precisa de vitórias para não sofrer tanto para escapar do Z4.

Obrigação
Se quiser almejar terminar o Brasileirão no G4, o Atlético terá que obrigatoriamente vencer seus dois próximos adversários. O Botafogo, no Rio de Janeiro, às 16h deste domingo (8), e dia 15, o time reserva do Internacional, às 11 da manhã, no estádio Independência, e partir então para um duríssimo confronto de semifinal da Sul-americana contra o Colón, na Argentina, no dia 19, uma quinta-feira.

Mas para o rendimento do time melhorar ofensivamente, o treinador terá que buscar outras alternativas dentro do elenco. Infelizmente, a torcida não merece mais tanta inoperância como a que se vê nas escalações de Cazares, Chará e Ricardo Oliveira. Nos casos de Chará e Cazares parece ser preguiça mesmo, falta de compromisso com a instituição. No caso de Ricardo Oliveira, parece ser o peso da idade.

Mas uma coisa é certa. Os três desparecem em grandes jogos e em partidas decisivas. É impressionante com existem jogadores que são leões contra times medianos e viram gatinhos em partidas de grande porte.

BOLA NA ÁREA
Na próxima segunda-feira (9), o programa Bola na Área será transmitido direto da área de eventos do campo do Palmeiras, no bairro Primavera, em Timóteo, quando vamos receber os desportistas de Timóteo. Música ao vivo com o Grupo Show Bateria Nota 10. Nesse dia, o foco especial do programa será debater as coisas do futebol acesitano. Para mim, é sempre bom retornar com o programa a Timóteo, onde sempre fomos recebidos por todos com muito carinho. Aguardamos você lá. Siga-nos ao vivo: Facebook - Bola na Área e Instagram - Bolanaarea.esportes.

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