Executivo do BTG Pactual, André Esteves, recebeu os jovens na volta para a casa, na sede da empresa, em São Paulo

No total, cinco estudantes representaram o Brasil na competição

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André Esteves incentiva estudantes que trouxeram prêmio inédito para o Brasil
O investimento em Educação é fundamental em todos os níveis para o desenvolvimento de uma nação. Pensando nisso, o Banco BTG Pactual fez questão de patrocinar os campeões de Matemática do Brasil na 2ª Olimpíada Internacional de Economia (OIE), realizada de 24 a 31 de julho, em São Petesburgo, na Rússia.

Defensor ferrenho de uma boa educação para crianças e jovens, o executivo do BTG Pactual, André Esteves, recebeu os jovens na volta para a casa, na sede da empresa, em São Paulo.

No total, cinco estudantes representaram o Brasil na competição. Dois deles, do ensino médio, trouxeram medalhas de ouro, prata e bronze para o Brasil. Além disso, o time brasileiro conquistou uma marca histórica: o Troféu de Melhor Equipe do Mundo. Antes de irem para a Rússia, eles foram selecionados por meio da Olimpíada Brasileira de Economia (OBECON), que contou com três etapas, sendo a primeira on-line. Segundo o vice-coordenador acadêmico da OBECON, Rafael Carlini, o torneio brasileiro teve como objetivo colocá-los um degrau acima do nível de questões que viriam à frente, em São Petesburgo.

“A participação em olimpíadas, mais do que uma competição, é uma jornada de descobrimento das próprias aptidões e paixões. Essa experiência representa uma oportunidade de se desafiar e ir além daquilo que é ensinado nas escolas. É uma experiência muito edificante”, pontuou o vice-coordenador.

Educação por André Esteves

O Banco BTG Pactual patrocinou os jovens na competição e os resultados foram surpreendentes. Por isso, salientou o sócio sênior da empresa, André Esteves, retorno do investimento foi gratificante.

“Para mim, é uma honra receber esse time que tanto orgulho deu para o nosso país. Suas trajetórias me fizeram lembrar de quando comecei no Pactual e tudo que aprendi desde então”, disse o empresário, em redes sociais, que é formado em Matemática, além de Ciência da Computação, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na avaliação de André Esteves, patrocínios privados para ações que promovem a educação são fundamentais do investimento privado em ações que promovem o conhecimento. "Vai além do patrocínio. Cria uma rede de cultura. E eu gosto de ver muitas iniciativas no setor privado. Então, ações como essas me deixam mais otimista com os próximos 20 anos do que com os últimos 20 anos", disse André Esteves.

Olimpíada Internacional de Economia

Neste ano, 24 países de cinco continentes se inscreveram na Olimpíada Internacional de Economia. O time brasileiro foi representado por Guilherme Pita, 17 anos, Guilhermo Cutrim, 17, Rafael Akira Ferro, 16, Victor Cortez, 18, e Vinícius Alves Teixeira, 18. Ao todo, os jovens ganharam três medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze.

A competição não foi nada fácil e exigiu conhecimento dos estudantes em três áreas : Teoria Econômica, Finanças e Business.
Temas como macroeconomia, teoria dos jogos e análise de viabilidade de um negócio foram cobrados dos jovens na prova. E com um detalhe: tudo isso a partir de um único case, que foi a construção de um Hyperloop (transporte futurista de Elon Musk de alta velocidade) na Rússia. O torneio foi patrocinado pela Internacional de Economia foi organizada pela High School Economics (HSE).

Vencedores

Os participantes do torneio são todos jovens, com idades entre 16 e 18 anos. Um deles, que teve patrocínio garantido pelo Banco BTG Pactual, Guilhermo Costa, 17 anos, morador de São Paulo, disse, na volta para o Brasil, que quer participar de outra olimpíada e seguir carreira em ciência da computação. “Isso combina a modelagem de matemática com a física, duas áreas em que me interesso muito”, comemorou. Essa foi a primeira vez que ele participou de uma competição.

Já o medalhista bronze, Rafael Akira, 17 anos, contou que já havia participado de competições semelhantes em outras áreas, como informática, física, biologia e ciências, tanto no Brasil quanto no exterior. “Me interesso muito pelas áreas de engenharia aeroespacial e biomédica, mas também sou fascinado pela parte de programação que envolve inteligência artificial e machine learning [área que estuda meios para que máquinas possam fazer tarefas que seriam executadas por pessoas]”, pontuou.

Outro competidor que impressionou com os resultados da Olimpíada, o pernambucano Victor Cortez, de 18 anos, salientou que o torneio é uma inspiração para o estudo. “Além disso, você aprende outras habilidades para a vida, viaja, conhece gente nova, faz network”, acrescentou o jovem que já recebeu 34 medalhas – incluindo a prata na International Young Physicits Tournament na China, no ano passado. Para ele, as medalhas são mais uma chance de alavancar seu currículo.


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