OAB oferece orientação jurídica gratuita

O evento, que será realizado pela primeira vez no município, faz parte da celebração do Dia do Advogad

Divulgação PMCF


A iniciativa ?OAB na praça? será promovida no próximo sábado, no Centro de Coronel Fabriciano

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em parceria com a Secretaria de Governança de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Cultura de Coronel Fabriciano, realiza no sábado (10), das 9h as 13h, na praça da Estação, o evento OAB na praça. O objetivo é prestar orientações jurídicas gratuitas para a comunidade local, com especial atenção para a população de baixa renda, informou a entidade.

A população poderá tirar dúvidas sobre áreas voltadas para o Direito da família, como pensão alimentícia e guarda compartilhada; Direito do consumidor; Direito Penal; Direito Civil; Direito Trabalhista; Reforma da previdência. Os interessados deverão comparecer ao local do atendimento munidos dos documentos relacionados ao caso. Ao chegar, receberão uma senha, passarão por uma triagem e depois serão encaminhados para os profissionais especialistas em cada caso.

Os advogados que atenderão no OAB na praça deverão preencher os requisitos estipulados pela entidade: ser integrante do trabalho voluntário da OAB, ter passado por todo o processo de orientação do evento e ter assinado um termo específico para o trabalho voluntário, aceitando todas as condições expostas nas reuniões que ocorreram. Cerca de 40 advogados farão os atendimentos à população.

“Esse evento tem como objetivo aproximar a sociedade, valorizando assim o cidadão e o advogado. A ação irá gerar retornos para ambas às partes, pois estimula o trabalho voluntário dentro da instituição e oportuniza acesso a boas informações para a comunidade”, explica o advogado e secretário adjunto da OAB, Alex Costa.

O evento, que será realizado pela primeira vez no município, faz parte da celebração do Dia do Advogado.
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Comentários

Marco André 08 de Agosto, 2019 | 14:08
É louvável sim a orientação. Mas pensem um pouco, vcs não acham pouco? Se é atendimento às pessoas carentes, vcs não acham que elas têm dinheiro para pagar um advogado ao sair daí? Poderiam fazer o serviço completo, orientar e encaminhar a ação em convênio com defensoria ou mesmo se propor a uma ação gratuita pelo menos, aí sim seria um serviço completo e não apenas pela metade.

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