Pensão por morte deixa de ser integral com a reforma da Previdência

Agora o benefício começará em 60% e haverá redução em caso de acúmulo com aposentadoria, conforme novo texto

Além de mudar o regime de aposentadorias, a reforma da Previdência do presidente Jair Bolsonaro também vai alterar as regras para a concessão de pensões para viúvos e viúvas e para os filhos em caso de morte do segurado.
Agência Brasil


Depois de oito horas de debates, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto principal da reforma da Previdência. A proposta teve 379 votos a favor e 131 votos contra.

As mudanças só valem para futuros pensionistas. Para quem já recebe pensão, nada muda.

É o que estabelece o texto da reforma em discussão e votação desde quarta-feira, na Câmara dos Deputados.Depois de oito horas de debates, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto principal da reforma da Previdência. A proposta teve 379 votos a favor e 131 votos contra. O governo precisava de 308 votos para aprovação.

Os dados oficiais indicam que há no Brasil 7,7 milhões de pensionistas por morte do INSS, incluindo viúvos/viúvas e dependentes.

A reforma prevê também cortes no pagamento em caso de acúmulo de benefícios (pensão mais aposentadoria, por exemplo). Quem hoje já acumula dois benefícios não será atingido.

Entretanto, quem já é pensionista e, no futuro, venha a se aposentar ou vice-versa será atingido. O benefício de menor valor sofrerá desconto.
Encontrou um erro, ou quer sugerir uma notícia? Fale com o editor: falecomoeditor@diariodoaco.com.br

Comentários

Aviso - Os comentários não representam a opinião do Portal Diário do Aço e são de responsabilidade de seus autores. Não serão aprovados comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes. O Diário do Aço modera todas as mensagens e resguarda o direito de reprovar textos ofensivos que não respeitem os critérios estabelecidos.

ENVIE O SEU COMENTÁRIO