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O encontro solicitado pela Aciapi-CDL contou com a presença do secretário da Sesuma, Agnaldo Bicalho
Para debater os interesses da classe empresarial, a Associação, Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi) e Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município promoveram uma reunião com o secretário municipal de Serviços Urbanos e Meio Ambiente (Sesuma), Agnaldo Bicalho.
O encontro na terça-feira (18), solicitado pelas entidades, também contou com a participação de lojistas e representantes do Legislativo.
“Entre os assuntos discutidos estavam a questão dos vendedores ambulantes e as regularidades do empresário. Então foi uma reunião extremamente importante, na qual o secretário se colocou disponível a atuar efetivamente sobre os vendedores ambulantes, que não trazem riqueza para nossa cidade, e também a orientar os empresários da melhor forma possível em relação a suas obrigações”, informou o presidente da Aciapi, Cláudio Zambaldi.
O presidente da CDL, José Carlos de Alvarenga, ressaltou que existe uma lei que proíbe que sejam colocados produtos na calçada e que a administração tem buscado combater os vendedores informais que praticam tal ação no Centro de Ipatinga. “Dentro da nossa finalidade, que é representar a classe empresarial, foi convocada essa reunião junto com secretário Agnaldo Bicalho. Ele prontamente veio para atender os lojistas e explicar o que pode ser feito. Nós precisamos que as pessoas respeitem aqueles que cumprem com suas obrigações legais, como pagar aluguel, funcionário e taxas, para que estes não sejam prejudicados com o comércio informal”, salientou.
“Quem está gerando emprego e renda para a cidade precisa ser valorizado. Temos que evitar a concorrência desleal que o comércio ilegal provoca. Por isso que colocar as necessidades da cidade em pauta é muito importante para todos nós”, enfatizou o secretário.
Para o lojista Bruno Morais, da Rota Americana, a reunião com os representantes do Executivo foi bastante produtiva, já que as duas partes foram ouvidas, tantos os comerciantes quanto o secretário. “Apresentamos os problemas enfrentados no Centro, que eles poderiam olhar com mais atenção, como vendedores ambulantes nas ruas e pessoas ocupando calçadas. Eles também falaram das suas dificuldades, mas que iriam atuar com veemência, para que o Centro possa ser um local mais comercial e mais produtivo”, informou.