Futebol brasileiro se despede de Coutinho

Coutinho, que era diabético e convivia com diversos problemas em razão disto, cuja história está fortemente ligada ao Santos, morreu no início da noite de segunda-feira, em casa, aos 75 anos

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Coutinho foi um dos maiores atacantes do futebol brasileiro em todos os tempos, mesmo convivendo com as dificuldades de controlar o peso

Falecido na última segunda-feira, o ex-centroavante santista e da seleção brasileira Coutinho foi velado durante toda a terça-feira na Vila Belmiro, em Santos.

Após o velório, no salão de Mármore da Vila Belmiro, o corpo do ex-atacante foi sepultado às 18h no cemitério Memorial.

Coutinho, que era diabético e convivia com diversos problemas em razão disto, cuja história está fortemente ligada ao Santos, morreu no início da noite de segunda-feira, em casa, aos 75 anos.

De acordo com a família, a causa foi um enfarte agudo do miocárdio em razão de diabetes e hipertensão arterial sistêmica. Em janeiro, ele havia ficado uma semana internado por causa de uma pneumonia.

TERCEIRO MAIOR ARTILHEIRO

Terceiro maior artilheiro da história do clube paulista, ele marcou 368 gols em 457 partidas disputadas pelo clube. No Santos e também na seleção brasileira, ele foi o maior parceiro de Pelé. Quem marcou mais gols do que ele com a camisa do Peixe foram somente o Rei Pelé e o ex-ponta esquerda Pepe. Coutinho também atuou como treinador em alguns clubes, dentre eles o Valério, em Itabira.

Juntos, os dois lideraram o Santos na conquista de seis títulos paulistas (1960, 1961, 1962, 1964, 1965 e 1967), quatro Torneios Rio-São Paulo (1959, 1963, 1964 e 1966), cinco Taças Brasil (1961, 1962, 1963, 1964 e 1965), duas Libertadores (1962 e 1963) e dois Mundiais de Clubes (1962 e 1963), além de inúmeras exibições por todo o mundo. Foram 457 jogos e 370 gols.
Pela seleção brasileira, Coutinho foi convocado para a Copa do Mundo do Chile, em 1962, mas não chegou a atuar por causa de uma lesão, deixando o protagonismo para Vavá e Amarildo.

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