Licitação de reparo do Aeroporto tem 1ª fase concluída

Desde o dia 14 de fevereiro, os voos da companhia Azul Linhas Aéreas Brasileiras com destino ou partida ao Aeroporto Regional do Vale do Aço foram suspensos devido às más condições da pista de pouso e decolagem

Alex Ferreira


Após a finalização dos trâmites, recuperação da pista deverá ser feita em 30 dias

O Departamento de Edificações de Estradas e Rodagens de Minas Gerais (DEER-MG) confirmou que a primeira fase da licitação da obra de reparo do Aeroporto Regional do Vale do Aço foi concluída com sucesso. O certame, realizado na sexta-feira (8), prevê a recuperação paliativa na pista de pouso e decolagem do terminal rodoviário.

A licitação foi realizada na sede do DEER. Segundo o órgão, a empresa vencedora da licitação foi a Empav Empreendimentos e Pavimentação Ltda. A obra foi licitada no valor de R$ 320.626,20 e deverá ser iniciada após o cumprimento dos trâmites legais, o que inclui a publicação da homologação do resultado e assinatura do contrato. O prazo para execução dos serviços será de 30 dias consecutivos após a ordem de início das obras.

O procedimento foi realizado na modalidade Carta Convite. Além da Empav, o DEER-MG convidou as empresas Tamasa Engenharia e Construtora Centro Leste Engenharia, registradas no Cadastro Geral de Fornecedores de Minas Gerais. Contudo, apenas a Empav e Construtora Centro Leste Engenharia protocolaram as propostas para este certame. O orçamento máximo disponibilizado pelo órgão foi de R$ 327.183,02. O reparo a ser feito deve durar, de acordo com a administração do aeroporto, entre seis a oito meses.

Voos suspensos

Desde o dia 14 de fevereiro, os voos da companhia Azul Linhas Aéreas Brasileiras com destino ou partida ao Aeroporto Regional do Vale do Aço foram suspensos devido às más condições da pista de pouso e decolagem. No dia 20, a Agência Nacional de Aviação Civil suspendeu todas as operações no terminal aéreo. Com isso também foram suspensos os voos do programa Voe Minas, que opera a rota para o Aeroporto da Pampulha.

De acordo com a gerência da Socicam, empresa administradora do aeroporto, a pista apresenta diversas ondulações, que podem provocar acidentes, como a danificação do trem de pouso. A pista havia recebido reparos paliativos em 2016 e em 2017.

Diversas reuniões foram realizadas tanto no Vale do Aço quanto em Belo Horizonte para encontrar uma solução para o problema. No dia 23 de fevereiro, o DEER-MG publicou o aviso de licitação.

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Comentários

Zoio de Zoiar 10 de março, 2019 | 11:24
Não adianta fazer obra no aeroporto, c os preços das passagens no Vale do Aço continuarem o preço de Dubai. Sai mais barato pegar um UBER até Confins e sair de lá para o destino do que ir de avião daqui para qualquer lugar. Não adianta fazer melhorias e não alavancar a concorrência e colocar preço competitivo.
Lucas Evangelista Furtado 10 de março, 2019 | 11:24
parabéns pela a conquista da obra do Aeroporto de Santana do paraiso ,,,,,,,,,,
Barrabas 10 de março, 2019 | 09:18
Se os reparos mantem a pista boa apenas 6 a 8 meses quer dizer que depois deste tempo os voos param de novo.parece jogar dinheiro fora porque nao faz o servico completo.

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