25 de janeiro, de 2019 | 05:58

Levir elogia desempenho do time reserva do Galo

Na partida do meio de semana o treinador promoveu a estreia de cinco jogadores no Galo

Bruno Cantini
Apesar de derrota para a Tombense, treinador reconheceu o esforço dos jovens atletas Apesar de derrota para a Tombense, treinador reconheceu o esforço dos jovens atletas

O técnico Levir Culpi optou por escalar o terceiro time do Atlético na partida contra o Tombense nesta quarta-feira (23). A equipe recheada de reservas e jogadores da base perdeu a partida por 1 a 0, mas, mesmo com a derrota, os atletas receberam elogios do treinador.

“Nós jogamos pelo resultado. Agora, hoje nós temos que entender a situação. Os meninos entrando, os jogadores muito jovens ainda e que nos surpreenderam até agradavelmente, porque o outro time é o Tombense. É um time treinado pelo Drubscky, que é um grande conhecedor do futebol. Então, a gente tem que entender isso. Foi importante, deu para observar melhor os jogadores, já conhecendo alguns, que poderão ser utilizados no decorrer do ano, com certeza”, explicou Levir. “Para se ter uma ideia, por exemplo, o Neto nem fez 17 anos ainda. É da Seleção. Esse vai ser jogador, a gente observa, já percebe alguma coisa. É importante isso, que eles entrem em campo, que eles comecem a se apresentar, comecem aprender a apanhar ou a ganhar. Vão perder, vão vencer, mas são jogadores importantes. Até fiquei satisfeito com o desempenho, apesar da derrota”, afirmou o treinador.

Na partida do meio de semana, Levir promoveu a estreia de cinco jogadores no Galo: o uruguaio Martín Rea, de 21 anos, e os jovens do time sub-20: Neto (16), Hélio (18), Igor Reis (19) e Felipe Sousa (19).

Levir explicou a escolha pelo time ‘C’ ao invés do time ‘B’ que, teoricamente, é o primeiro reserva. Os jogadores estão sendo preparados para a sequência na temporada, já que a pré-temporada alvinegra foi muito curta.

“Estava tudo preparado. Os jogadores que atuaram (contra o Boa Esporte) estão tendo uma preparação diferente.
Alguns jogadores estão chegando agora, não estão com o mesmo treinamento. É um início. Quem está trabalhando, na verdade, são os fisiologistas, fisioterapeutas, preparadores físicos. É claro: começaram o campeonato. Por mim, não começaria o campeonato, mas começou. A gente usa quem a gente percebe que está melhor, e sem correr o risco de lesões. Esse é o maior problema. É colocar os jogadores com a condição adequada, para ele suportar”, concluiu.
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