08 de janeiro, de 2019 | 07:30

Ipatinga pode dobrar ICMS Cultural

Com a iniciativa, o Executivo municipal pretende preservar a memória, a tradição e a identidade de pontos turísticos da cidade

Alex Ferreira / Arquivo DA
Bens como a área do cata-vento do Parque Ipanema podem ser tombadasBens como a área do cata-vento do Parque Ipanema podem ser tombadas

A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Ipatinga realiza um novo processo de atualização e revisão dos inventários e tombamentos de vários patrimônios históricos e culturais do município, visando sua valorização.

Com a iniciativa, o Executivo municipal pretende preservar a memória, a tradição e a identidade de pontos turísticos da cidade, além de atender às exigências do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), por meio da Normativa 06/2018 do CONEP, e assim melhorar sua pontuação no ICMS Patrimônio Cultural para 2020.

Desde novembro de 2018, informa o secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Carlos Oliveira, Ipatinga retomou o processo de inventariar áreas que compõem, por exemplo, o Parque Ipanema, como o teatro de arena, o catavento e o Parque da Ciência. Além disso, estão sendo elaborados também laudos do estado de conservação de bens protegidos como a Academia Zélia Olguin, no bairro Horto, e a sede do Clube Dançante Nossa Senhora do Rosário, no povoado do Ipaneminha”, detalhou.

“Para a consolidação deste projeto, arquitetos da empresa Espaço Design Arquitetura Cultural, vencedora da licitação, trabalham com profissionais da prefeitura no levantamento, identificação e análise de bens culturais importantes para o município, nos aspectos histórico, construtivo e simbólico-afetivo, entre outros. Após a conclusão de todas essas etapas, Ipatinga pode dobrar sua pontuação no ICMS Patrimônio Cultural, passando a receber mais recursos para preservação de suas referências culturais”, enfatiza o secretário.

O projeto, que deve ser concluído ainda no primeiro semestre de 2019, tem um custo de aproximadamente R$ 36 mil. O valor é financiado pelo Fundo Municipal de Patrimônio Artístico e Cultural (Fumpac).
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Comentários

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Terra em Transe

08 de janeiro, 2019 | 16:46

“Será que nesse processo de atualização e revisão dos inventários e tombamentos, tanto a empresa Espaço Design Arquitetura Cultural, quanto o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA-MG), serão informados das licitações em andamento, cujo objetivo seria trazer de volta aqueles quiosques de comestíveis que tanto depredaram o Parque Ipanema?”

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