02 de dezembro, de 2018 | 09:00
Secretaria de Saúde faz alerta para a dengue tipo II
A secretaria também confirma que existe a circulação do sorotipo II da Dengue, o mais agressivo dos quatro vírus existentes
Causador de doenças graves como Dengue, Chikungunya e Zika, o mosquito Aedes aegypti é alvo de monitoramento em Ipatinga. A Secretaria de Saúde chama a atenção da população para o combate aos focos do mosquito no momento em que a chuva traz de volta os pontos de proliferação do inseto, com a água parada. A secretaria também confirma que existe a circulação do sorotipo II da Dengue, o mais agressivo dos quatro vírus existentes.
Acompanhado dos Agentes de Combate de Endemias da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), o prefeito Nardyello Rocha anunciou nesta sexta-feira a intensificação de ações dentro da Semana de Combate às Arboviroses e acompanhou o trabalho dos profissionais do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que realizaram na galeria que fica na entrada do bairro Bom Jardim a aplicação de fumacê com o objetivo de eliminar os mosquitos na fase adulta.
A iniciativa é promovida no mesmo período em que a Prefeitura lança a nova campanha contra o vetor no município, intitulada A liga dos super-heróis no combate ao Aedes”.
Notificações das doenças
Segundo dados do DEVS de Ipatinga, até o último dia 27, já haviam sido notificados 3.900 casos de Chikungunya na cidade, além de 1.804 casos de Dengue e 92 de Zika. O pedido constantemente da prefeitura pé para que a população ajude o poder público a manter limpa a cidade, além de eliminar dentro de casa os focos de água parada.
Alerta para Dengue tipo II
Durante reunião do Comitê Municipal de Arboviroses, nesta quinta-feira, um alerta foi emitido à população. Embora a maioria dos casos de Dengue na região ainda seja causada pelo tipo I da doença, cresce em muitas regiões do Estado de Minas Gerais a circulação do sorotipo II, o mais agressivo dos quatro vírus existentes. Além de ser considerado por especialistas o mais virulento dos quatro sorotipos da Dengue, o tipo II ainda está relacionado a outro risco.
Como parte da população brasileira já foi infectada pelo tipo I, a ocorrência de uma segunda infecção por outro sorotipo aumenta o risco de desenvolvimento de uma das formas graves da doença, que podem levar à morte, como a febre hemorrágica.
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