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Apesar do asfalto no começo da via, o chão batido surge poucos quilômetros depois
Com as obras paralisadas e equipes desarticuladas, a pavimentação da MG-760, que liga o Vale do Aço à Zona da Mata, continua estagnada em apenas sete quilômetros de asfalto aplicados. No início do mês, o Diário do Aço divulgou a paralisação da empreitada e, em sequência, o deputado Celinho do Sinttrocel (PCdoB) mobilizou para a continuidade das obras.
O parlamentar apresentou à Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) um Requerimento à Secretaria de Estado de Transporte e Obras Públicas solicitando a retomada imediata dos trabalhos. O também deputado encaminhou ofício à Comissão de Transição do governador eleito, Romeu Zema (Novo). No documento, é solicitado que a equipe do futuro governador inclua como prioridade a retomada e término da pavimentação da MG-760.
Em suas mídias sociais, o deputado ainda acrescentou que reforçará a necessidade das obras junto ao governador em um encontro que deverá ser agendado. “Nosso mandato vai realizar as articulações necessárias junto ao novo Governo do Estado para que a pavimentação da MG 760 tenha seu projeto concluído. Não vamos permitir que o projeto de pavimentação da MG 760 seja paralisado”, enfatiza.
Desde de julho de 2017 que a ordem de serviço para a obra foi assinada. Mas, dos 57 quilômetros de extensão apenas sete receberam a cobertura asfáltica. A obra, executada pela Tamasa Engenharia, tem orçamento previsto de R$110.930.599,83. Entretanto, no começo do ano, fontes ouvidas pelo Diário do Aço afirmaram que havia dotação orçamentária para conclusão do asfalto somente até o povoado de Santo Antônio da Mata, perfazendo sete quilômetros. Na época o governo do estado contestou a informação. O asfalto, entretanto, não passou do ponto indicado pela fonte.