17 de julho, de 2018 | 10:05

Comércio irregular é fiscalizado em Ipatinga

A Administração Municipal iniciou fiscalização intensa aos vendedores ambulantes nos principais polos comerciais da cidade

Divulgação
Logo no começo da semana foi percebida a ausência de ambulantes que ocupavam as vagas de estacionamentoLogo no começo da semana foi percebida a ausência de ambulantes que ocupavam as vagas de estacionamento

A pedido da Associação Comercial, Industrial, Agropecuária e de Prestação de Serviços de Ipatinga (Aciapi) e da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Ipatinga, a Administração Municipal iniciou fiscalização intensa aos vendedores ambulantes nos principais polos comerciais da cidade.

O trabalho foi anunciado na semana passada e, na manhã desta segunda-feira (16), fiscais da Seção de Fiscalização de Obras e Posturas estavam nas ruas do Centro. Os vendedores ambulantes irregulares foram removidos com a atuação da Prefeitura. O presidente da Aciapi, Cláudio Zambaldi, destaca que os ambulantes são concorrência desleal ao comércio formal.

“O grande volume de ambulantes nos centros comerciais de Ipatinga se tornaram um problema por diversos motivos. Eles não arcam com nenhuma responsabilidade fiscal, logo não geram receita para o município. Vendem produtos sem nenhuma garantia ao cliente e, ainda por cima, ocupam vagas do estacionamento destinadas aos consumidores”, pontua Cláudio.

O presidente da CDL de Ipatinga, José Carlos de Alvarenga, agradeceu a ação do Governo Municipal e pediu para que seja contínua a fiscalização. “O governo de Nardyello Rocha atendeu uma solicitação que é constante. Esperamos que este trabalho não seja encerrado, principalmente nas vésperas de datas comemorativas, quando as pessoas, até de fora da cidade, vêm para Ipatinga e usurpam do comércio local”, ressalta José Carlos.

A fiscalização ao comércio irregular é sempre um ponto de diálogo entre as administrações de Ipatinga e a Aciapi e CDL de Ipatinga. A ação fiscalizadora auxilia na movimentação da atividade do comércio estabelecido regularmente no município.
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Comentários

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Udcbe

18 de julho, 2018 | 05:52

“Fiscais não passam na esquina da av esperança com rua Hortência no bairro esperança.Nilton Manoel não deixa.barraca fixa que não tem como pedestres usarem o passeio.”

Claudinei

17 de julho, 2018 | 18:17

“concordo com o comentario acima,facil criticar os ambulantes dificil é gerar emprego pra eles,
por que os senhores logistas não gera emprego formal aos vendedores ambulantes?:”

Isaías Pereira de Paula

17 de julho, 2018 | 16:21

“ACIAPI e CDL, fiscalizem também as lojas na avenida Macapá.As calçadas ficam entupidas de móveis, tirando o espaço para os pedestres passarem.”

Ipatinga

17 de julho, 2018 | 15:54

“As pessoas dizem que estão trabalhando pra levar o arroz e feijão pra casa. Quem está na loja pagando alta carga tributária, gerando empregos também não está lutando pelo seu? E todos esse funcionários que dependem dessas empresas? Vá na loja onde tem um ambulante na porta e pergunta aos funcionários se eles não precisam do emprego, se não possuem família. Debate raso sem nenhum raciocínio. Vamos fazer o seguinte: abandonaremos os trabalhos formais e vamos todos pra ilegalidade, assim seremos todos coitadinhos.”

Leonardo Zanoli

17 de julho, 2018 | 12:26

“Justo seria ter emprego para os vendedores ambulantes e não suas mercadorias apreendidas,eles está ali para garantir que haja ao menos um arroz e feijão na mesa de casa. Justo seria a população não ter que se responsabilizar por atos de políticas públicas que deixaram o governo sem verbas para arcar com seus compromissos. Ipatinga tem áreas imensas que poderiam ser utilizados para que esses ambulantes pudessem ter um espaço para vender seus produtos,aí sim com recolhimento de taxas e fiscalização intensa por parte do governo. "Ah mais o cliente compra um produto sem garantia". Sim compra sabendo disso. Pq não disponibilizar uma área construindo quiosques do tipo "camelódromo" que por sinal já existe, só que em um espaço maior,uma área maior,com menos burocracia e impostos mais baixos para tal. Fica a dica para que não apenas se acabe com a venda irregular no centro da cidade mas também com a poluição áudio visual e viária.”

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