22 de maio, de 2018 | 15:40

Eleições suplementares: causas e consequências

Elias Caetano Ferreira *

“Devemos observar os planos de governo e comungar com aquele que demonstra o ‘tom’ que o candidato dará à sua gestão”

O mês de junho será decisivo para o futuro do município de Ipatinga. No dia 3 de junho os ipatinguenses voltam às urnas para escolher o novo prefeito e vice-prefeito, por determinação da Justiça Eleitoral. No que diz respeito à sociedade, vai exigir, de todos nós uma reflexão cuidadosa, em relação às eleições, pois, quem assumir a cadeira de chefe do Executivo municipal, terá pela frente o “poder” de interferir no dia a dia dos munícipes, principalmente do aposentado, pensionista, familiares, bem como dos trabalhadores da ativa.

Independentemente da crise política, em cujo centro encontra-se a nossa Ipatinga, ocorre nesse no dia 3/6, um momento histórico e muito diferente para a sociedade. Trata-se de momento, para reflexão e resgate da soberania popular no sentido amplo, não apenas pelo voto direto, mas sim, na parte indissolúvel do regime democrático que, por si só, muito significa.

Trata-se da volta do crescimento econômico, da geração de novos empregos e renda, da criação de projetos e programas na área da saúde, da educação, saneamento básico, atendimento mais humanizado nos órgãos públicos municipais e conclusão de obras. Temos também de pensar que nosso próximo mandatário precisa dar apoio às empresas e aos microempreendedores do município, demonstrar propostas viáveis para as áreas do esporte, cultura e também lazer, enfim, propiciar, melhor qualidade de vida aos cidadãos ipatinguenses.

Devemos observar atentamente os planos de governo apresentados e comungar com aquele que demonstra o "tom" que o candidato dará à sua gestão se confirmada a vitória após a eleição. Outra variação determinante para consolidar um plano de governo coeso é saber a realidade orçamentária e a capacidade do município de realizar investimentos, além da necessidade de ter em pauta a oscilação do “tempo” para que as ações planejadas, de fato não fiquem somente no papel.

Neste contexto devemos avaliar o trabalho dos candidatos e votar no grupo que não somente pensa em ocupar espaço por ocupar, mas, que tenha o compromisso e a disposição para promover uma gestão clara e renovadora, que venha de encontro aos anseios da sociedade.

Portanto, caros cidadãos, em especial aos aposentados e pensionistas associados da AAPI – Associação dos Aposentados e Pensionistas de Ipatinga, é importante desempenhar esta prerrogativa cívica, que nos dá o direito de escolha do grupo que demonstra melhor capacidade de gerir os destinos da nossa Ipatinga.

* Presidente da AAPI

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