Turismo no Vale visita a Fazenda Macedônia

Reserva Particular do Patrimônio Natural RPPN mantida pela Cenibra recebeu os fotógrafos no dia 19 em sua sede

Elvira Nascimento /Divulgação Cenibra


Integrantes do projeto Turismo no Vale, na sede da Fazenda Macedônia


Os participantes do projeto Turismo no Vale conheceram o Projeto de Reintrodução de Aves Silvestres Ameaçadas de Extinção: o Projeto Mutum, desenvolvido pela Cenibra desde 1990, na Reserva Particular do Patrimônio Natural RPPN Fazenda Macedônia, na área rural de Ipaba.

Com o propósito de fomentar a observação de aves como potencial turístico regional, o Projeto Turismo no Vale participa de encontros e reuniões com a Secretaria de Turismo do Governo do Estado de Minas Gerais (Setur) e apoiou a realização do evento Vem Passarinhar MG que, em outubro passado, levou quase 100 pessoas de todo o Estado ao Parque Estadual do Rio Doce.

A atividade, internacionalmente conhecida como birdwatching, vem a cada dia ganhando mais adeptos na região do Vale do Aço, graças ao trabalho inicial desenvolvido pela Associação de Amigos do Parque Estadual do Rio Doce e, principalmente, ao trabalho conjunto realizado através do Projeto Turismo no Vale, desde 2016.


Mutum

O trabalho é realizado por meio de um acordo de cooperação técnica e científica entre a Empresa e a Sociedade de Pesquisa do Manejo e da Reprodução da Fauna Silvestre (CRAX), entidade não governamental sediada em Contagem (MG).

Este acordo prevê a reintrodução de espécies de aves silvestres ameaçadas de extinção em seu habitat natural. Trata-se de um trabalho inovador tanto no Brasil quanto no exterior, já que contempla não só a proteção ou criação em cativeiro de animais ameaçados, mas também a sua recondução ao ambiente de origem.

A iniciativa possibilitou a soltura do Mutum-do-sudeste (Crax blumembachii), do Macuco (Tinamus solitarius), da Capoeira (Odontophorus capueira), do Jaó (Crypturellus n. noctivagus), do Inhambuaçú (Crypturellus obsoletus), do Jacuaçú (Penelope obscura bronzina) e da Jacutinga (Aburria jacutinga). As espécies reintroduzidas são monitoradas periodicamente na área de soltura e arredores, de modo a obterem-se dados relativos à adaptação, dispersão, reprodução, predação e quantificação de indivíduos. (Com informações da Cenibra)


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