01 de maio, de 2018 | 14:26

Homem morre em pescaria em Dionísio

Vítima morreu afogada ao tentar desenrolar a linha de anzol que se enroscou em um toco na lagoa do Baianinho

Cristian Abib/Mapio.net
O afogamento aconteceu na lagoa Aguapé, conhecida como Baianinho, na zona rural de DionísioO afogamento aconteceu na lagoa Aguapé, conhecida como Baianinho, na zona rural de Dionísio

Foi enterrado no Cemitério Parque Senhora da Paz, em Ipatinga, no fim da tarde de terça-feira (1), o corpo de Gleidson Maritns do Carmo Filho, de 37 anos. Ele morreu afogado na tarde de segunda-feira durante uma pescaria na lagoa do Baianinho (Aguapé), na zona rural de Dionísio.

O amigo de Gleidson, que acompanhava a vítima na pescaria, contou que estavam pescando no local e a vítima entrou na lagoa para desenroscar a linha do anzol que se enrolou em um toco. Gleidson passou a se afogar gritando por socorro. Este amigo, que não sabe nadar bem, saiu em busca de ajuda.

Um rapaz que passava de bicicleta pelas proximidades e auxiliou no resgate do corpo de Gleidson até à margem da lagoa. Uma equipe do Corpo de Bombeiros de Coronel Fabriciano chegou ao local, mas apesar dos esforços na tentativa de reanimar a vítima, não se obteve sucesso.

O corpo de Gleidson foi periciado e removido por uma funerária de Dionísio para o Instituto Médico-Legal (IML) de João Monlevade. Ele foi liberado para a família providenciar o velório e o sepultamento previsto para o fim da tarde desta terça-feira. A vítima trabalhava na Usiminas e era moradora do bairro Bom Jardim, em Ipatinga.

Outro afogamento
Na região, o Corpo de Bombeiros de Ipatinga entra nesta terça-feira no terceiro dia nas buscas ao corpo de Roberto Fernandes de Souza, de 35 anos, que se afogou no rio Doce, na altura do distrito de Perpétuo Socorro (Cachoeira Escura), em Belo Oriente, no último sábado.

Os militares dos bombeiros vasculharam cerca de dez quilômetros somente nesta segunda-feira, mas ainda não obtiveram sucesso na localização do desaparecido. As buscas reiniciaram nesta terça-feira com outra equipe realizando a varredura do rio Doce.


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Comentários

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Sid10

03 de maio, 2018 | 16:39

“Dias, Graças ao Bondoso Deus você está entre nós e apesar de traumática sua experiência nos serve de exemplo.
Abraço, saúde e sucesso pois Deus ungiu vocês.”

Dias

02 de maio, 2018 | 11:32

“Dia 27/04/18 vivi uma das piores experiências da minha vida, estava na praia com meus dois filhos (9 e 11 anos) com água no joelho, quando veio uma onda e a areia já não existia mais, fomos jogados dentro de funil (redemoinho), fomos resgatados pelo Salva vida no último segundo de vida (graças à Deus),estou traumatizada, não consigo dormi, e choro todas as vezes que lembro.Estou contando isso porque descobri depois do acontecido que se tivesse acontecido em água doce, minha família ia velar 3 corpos. A água doce mata mais rápido do que água salgada.”

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