23 de março, de 2018 | 16:57
Hospital Márcio Cunha implanta ultrassom móvel nas UTIs
Em 2017, essas unidades atenderam mais de 4100 pacientes
Divulgação
Equipamentos são utilizados em diversos exames, entre eles as avaliações cardíacas avançadas, como o ecocardiograma com o paciente no leito
Equipamentos são utilizados em diversos exames, entre eles as avaliações cardíacas avançadas, como o ecocardiograma com o paciente no leitoA Fundação São Francisco Xavier (FSFX), mantenedora do Hospital Márcio Cunha (HMC), confirma que investiu mais de R$ 230 mil em novos equipamentos para as Unidades de Cuidados Especiais adquirindo aparelhos móveis de ultrassom. Os equipamentos são utilizados em diversos exames, entre eles as avaliações cardíacas avançadas, como o ecocardiograma com o paciente no leito. Esse investimento representa mais segurança no atendimento, reduzindo custo da assistência, pois gera precisão e rapidez nos diagnósticos e nas intervenções.
Agora, um procedimento médico de punção venosa central, por exemplo, que traz riscos inerentes, como lesões vasculares, sangramentos e traumas, passa a ter seus os riscos diminuídos consideravelmente. O enfermeiro consegue estimar, por meio da imagem projetada em tela, o volume de urina da bexiga, realizando a sondagem vesical apenas quando visivelmente necessária”, explica o gerente das Unidades de cuidados especiais do HMC, Marconi Franco da Silveira.
As unidades de cuidados especiais englobam Unidades de Terapia Intensiva (UTI) de ambas as unidades do HMC e as Enfermarias de Cuidados Intermediários (ECIs). São áreas cuja excelência na atuação é fundamental para o bom funcionamento do hospital. Em 2017, essas unidades atenderam mais de 4100 pacientes.
O uso da Ultrassonografia no paciente crítico passou a fazer parte das rotinas das unidades de terapia intensiva (UTI), como boa prática médica e vem progressivamente aumentando sua importância. Consolidado por estudos e protocolos, teve seu emprego diário validado nestas Unidades, pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB). Faz parte do currículo de habilidades na formação de todo médico intensivista brasileiro, sendo uma ferramenta de uso amplo e atual, que melhora a qualidade dos atendimentos, assertividades dos procedimentos, redução de riscos e custos, proporcionando mais conforto e segurança a nossos pacientes”, comenta Franco.
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