20 de dezembro, de 2017 | 23:20
Gilmar Mendes tira ex-governador Anthony Garotinho da prisão
Político responde processo que apura os crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), concedeu liberdade ao ex-governador do Rio Anthony Garotinho. Ele foi preso pela última vez em novembro, em um desdobramento da Operação Chequinho."Como se sabe, a prestação de contas consubstancia um procedimento previsto em lei para conferir maior transparência e lisura às eleições. Importante elemento teleológico permeia esse procedimento: o de impedir ou evitar o abuso do poder econômico, de modo a assegurar a paridade entre os candidatos concorrentes e resguardar, em última análise, a liberdade do sufrágio", escreveu o ministro.
"Por outro lado, o candidato que arrecada recursos de campanha, provenientes seja de caixa dois, seja de propina, seja originário de algum outro crime, ou seja simplesmente de doador que prefere manter-se oculto, não os leva a registro na prestação de contas justamente para ocultar violação de regra penal anterior, para a qual tenha ou não concorrido."
Os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho foram presos no dia 22 de novembro em mais um desdobramento da Operação Chequinho, que já havia levado à cadeia o primeiro por duas vezes. Rosinha foi detida pela primeira vez.
A investigação do Ministério Público Eleitoral do Rio e da Polícia Federal apura os crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitorais.
Anthony Garotinho responde por corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação de contas eleitoraisO inquérito identificou que a JBS firmou contrato fictício com uma empresa para repassar R$ 3 milhões para a campanha derrotada de Garotinho a governo do Rio, em 2014.
O Ministério Público denunciou no total oito pessoas acusadas de envolvimento na arrecadação ilícita para as campanhas de 2010, 2012, 2014 e 2016. O esquema envolveu até sete empresas com contratos com a Prefeitura de Campos.
De acordo com a acusação, o município atrasava pagamentos com o objetivo de forçar a doação das firmas para o grupo político do ex-governador. O esquema foi delatado por um dos empresários, em depoimento ao Ministério Público do Rio.
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Vicente
21 de dezembro, 2017 | 12:24Como diz os Argentinos como forma de protesto na terra deles: "Aqui não é o Brasil!" Minha última esperança para política a nível nacional é Bolsonaro (direita conservadora), principalmente como presidenciável. Vemos massificações de todos os lados, informações sendo manipuladas descaradamente, parte do judiciário agindo em prol de bandidos, carga tributária sendo elevada ainda mais e, sem "razões" para tal... Tudo a fim de beneficiar um principio de ideologia e classe política chamada de esquerda socialista, sendo assim um joystick para controle da sociedade. E o que é pior, não existe nenhum país no mundo que se desenvolveu tendo como principio esta ideologia e, mesmo assim parte dos brasileiros ainda votam neles. Compram tudo, desinformações, dados infundados... Tudo! Com o meu, o seu, o nosso dinheiro!!!”
Só Observo
21 de dezembro, 2017 | 11:52Velho porco, safado, carrasco do povo e advogado do diabo. Quanto esse maldito crápula que temos a infelicidade de ter que aturar como juiz está levando? O maior beneficiador de bandidos graúdos nesse país. Isso aí é outro TAPA na nossa cara, povo brasileiro. Cada dia que essa gente continua viva e no poder é um tapa na nossa cara. Uma corja da pior gente que existe nesse país, que se instalou no poder e faz o que quer. Mais uma vez eu me pergunto, até quando vamos aturar isso? Até quando vamos deixar essa gente viver em paz fazendo o que fazem e na impunidade?”