05 de dezembro, de 2017 | 07:55
Polícia investiga o furto de R$ 42 mil de loja em Ipatinga
Furto foi descoberto durante a tarde, no recolhimento dos valores no cofre do estabelecimento localizado no shopping
O furto de aproximadamente R$ 42 mil em uma loja no Shopping do Vale Aço terminou na condução de um suspeito para a delegacia de polícia, além de mais quatro pessoas que serão investigadas. O crime foi descoberto na tarde segunda-feira (4) no momento em que funcionários de uma empresa de valores retirava o dinheiro no cofre que continha a movimentação da semana.
A gerente da loja Marisa, com um funcionário da empresa de transporte de valores, notou que o cofre estava fechado apenas no segredo, sem ser também na chave. Ao abri-lo, a funcionária deparou apenas com cerca de R$ 10 mil e uma blusa no interior. O objetivo da peça de roupa seria para enganar quem jogasse o dinheiro pela abertura e não notasse que ele estaria quase vazio.
Os policiais militares que registraram a ocorrência foram informados de cinco nomes de pessoas que têm acesso ao local do crime, quatro mulheres e um homem. O dinheiro que se encontrava no cofre era apenas da movimentação das vendas de sábado e domingo, possivelmente o furto ocorreu na sexta-feira passada.
Em conversa com os funcionários, um deles chamou a atenção dos PMs. Ele tentava se mostrar alheio à situação. R.J.A.S., de 25 anos, relatou que não devia nada e que os policiais poderiam ir à casa dele, pois tinha apenas um dinheiro que juntava para comprar uma motocicleta, cerca de R$ 4 mil, como foi informado o Portal Diário do Aço.
Os policiais foram até a casa do empregado e encontraram, debaixo de um colchão no quarto de R.J., a quantia de R$ 5,1 mil ou seja, R$ 1,1 mil acima do que ele disse que tinha para comprar a motocicleta. Também foram localizados na residência, uma bucha de maconha, um narguilé” e uma balança de precisão.
Em conversa com um amigo do suspeito, que divide o aluguel da moradia, ele relatou que nunca viu o colega de residência com dinheiro e não acredita que ele teria condições de ter aquela quantia guardada. Ele confessou que a droga seria dos dois e que a balança seja para conferir se o peso da maconha condiz com o anunciado pelo vendedor”.
Outro detalhe que chamou a atenção dos policiais é a forma como se encontrava o dinheiro, como se tivesse sido colocado às pressas, além da disposição das cédulas idêntica à utilizada na loja. Diante da contradição, R.J. foi conduzido para prestar esclarecimentos na delegacia de Polícia Civil. O caso ainda está em apuração.
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