23 de novembro, de 2017 | 16:30

Paraíso prepara elaboração do Plano de Mobilidade Urbana

Divulgação
O encontro foi realizado no gabinete da prefeita Luzia de Melo na quarta-feira (22)O encontro foi realizado no gabinete da prefeita Luzia de Melo na quarta-feira (22)
Membros da equipe de governo de Santana do Paraíso estiveram reunidos com representantes da Agência da Região Metropolitana no Vale do Aço (ARMVA). O encontro foi realizado no gabinete da prefeita Luzia de Melo na quarta-feira (22).

O foco principal foi discutir sobre a elaboração do Plano de Mobilidade Urbana de Santana do Paraíso, que deverá contemplar os serviços de transporte público coletivo; a circulação viária; as infraestruturas do sistema de mobilidade urbana; a acessibilidade para pessoas com deficiência e restrição de mobilidade; a integração dos modos de transporte público e destes com os privados e os não motorizados; a operação e o disciplinamento do transporte de carga na infraestrutura viária; os polos geradores de viagens; as áreas de estacionamentos públicos e privados, gratuitos ou pagos; as áreas e horários de acesso e circulação restrita ou controlada; além dos mecanismos e instrumentos de financiamento do transporte público coletivo e da infraestrutura de mobilidade urbana.

Uma medida provisória do governo federal alterou a Lei 12.587 de 3 de janeiro de 2012, que institui as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana. O objetivo da MP foi mudar o prazo de três para sete anos para que os municípios elaborem o Plano de Mobilidade Urbana e integração do mesmo ao plano diretor municipal existente ou em elaboração, contado da data de vigência da lei.

Agora, o novo prazo é abril de 2018. Encerrado o prazo, os municípios ficam impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana até que atendam à exigência estabelecida na lei.

Plano diretor
Na reunião, foi debatida também a revisão do plano diretor, elaborado em 2006, e que precisa ser revisto a cada 10 anos, para atualizar leis complementares que tratam do uso e ocupação do solo.

A regularização fundiária foi outro tema. Trata-se de um processo que inclui medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais, com a finalidade de integrar assentamentos irregulares ao contexto legal das cidades.

Na conclusão, os participantes abordaram a elaboração do Plano Municipal de contingência da defesa Civil, que estabelece os procedimentos a serem adotados pelos órgãos envolvidos na resposta a emergências e desastres, quando da atuação direta ou indireta em eventos relacionados a estes desastres naturais.
Luciano Machado, diretor da Agencia Metropolitana, afirmou que a entidade dará total apoio ao município para que todo o planejamento possa ser executado.

Participaram do encontro o secretário de Governo Everaldo Ciriaco, a gerente de controle urbano, Iara Assis, e a arquiteta e urbanista, Débora Lage. Pela ARMVA estiveram presentes Luciano Machado, Carlos Mafra, Juliana, e João Luiz.

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