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27 de outubro, de 2017 | 00:23

Sedese projeta possíveis soluções em relação ao fechamento do Sine/Sindipa

Em nota, a Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese) esclarece que o convênio firmado entre a Sedese e o Sindipa previa uma Cooperação Técnica, sem repasse de recursos

Divulgação
A nota da Sedese também informa que “a ampliação do Sine Municipal, vinculado à prefeitura, é uma alternativa possível ao fechamentoA nota da Sedese também informa que “a ampliação do Sine Municipal, vinculado à prefeitura, é uma alternativa possível ao fechamento
Nesta sexta-feira (27) será o último dia de funcionamento da agência do Sistema Nacional de Emprego (Sine), que funciona em anexo ao Sindicato dos Metalúrgicos de Ipatinga (Sindipa). Em nota, a assessoria de Comunicação da Secretaria de Estado de Trabalho e Desenvolvimento Social (Sedese) esclarece que o convênio firmado entre a Sedese e o Sindipa previa uma Cooperação Técnica, sem repasse de recursos. “Nesse convênio, era responsabilidade da Secretaria fornecer equipamentos à unidade, orientações técnicas e administrativas, bem como a capacitações para os funcionários. E era responsabilidade do Sindipa arcar com o custo de pessoal, taxas, encargos, além de oferecer o imóvel”, afirma a nota.

Com essa informação, a Sedese contradiz a coordenadora do Sine/Sindipa, Rosângela de Morais, que no começo da semana alegou a falta de repasse de recursos como causa do fechamento dos serviços da agência.

Ainda conforme a nota da Sedese, devido à crise, o Sindipa justificou que não tem mais condições de manter o serviço e solicitou apoio à Sedese. A justificativa do estado é que, depois da Lei nº 13.019, a Secretaria só poderia fazer o repasse de recursos por meio de chamamento público e o mesmo não garante que o Sindipa será o destinatário.

Sine Municipal

A nota da Sedese também informa que “a ampliação do Sine Municipal, vinculado à prefeitura, é uma alternativa possível ao fechamento do Sine/Sindipa e será articulada pelo poder público municipal”.

Mudança

A Sedese não descarta levar o Sine para Belo Oriente. “Essa possibilidade não está excluída, mas a Sedese possui um ranking das cidades com uma maior necessidade desse serviço e qualquer movimento para abertura de Sines necessita da aprovação do Ministério do Trabalho”, conclui a nota.
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