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15 de setembro, de 2017 | 18:02

Especialista reúne equipe do Hospital Unimed para divulgar o protocolo da Sepse

O documento foi criado em parceria com a enfermeira da Qualidade, Rinara Escolástico do Nascimento, e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar

Divulgação
Equipe da qualidade da Unimed aperfeiçoa o protocolo de Sepse no HMUEquipe da qualidade da Unimed aperfeiçoa o protocolo de Sepse no HMU
Em celebração ao Dia Mundial de Controle a Sepse, comemorado em 13 de setembro, o médico do Setor de Qualidade da Unimed Vale do Aço e intensivista Alysson da Silveira Campos, ministrou uma palestra sobre o tema e aproveitou a oportunidade para divulgar o novo modelo protocolo de Sepse do Hospital Metropolitano Unimed, que passou por melhorias. O documento foi criado em parceria com a enfermeira da Qualidade Rinara Escolástico do Nascimento, e o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar.

Participaram do encontro, coordenadores, gestores e colaboradores da área assistencial. E também o Superintendente de Recursos Próprios da Unimed Vale do Aço, Helder Campos de Carvalho. A equipe de Qualidade já iniciou o processo de treinamento dos colaboradores, para que eles conheçam o novo protocolo e possam alinhar o método de trabalho.
Alysson explica o conceito de Sepse como uma infecção que, se não tratada a tempo, evolui com piora progressiva e conduz o organismo a uma inflamação generalizada, podendo resultar em choque séptico, falência de múltiplos órgão e óbito. “Portanto, trata-se de uma morbidade potencialmente letal", alertou.

Protocolo

Atualmente, a Sepse é a principal causa de mortes nas unidades de terapia intensiva (UTI). Para se ter uma ideia da gravidade, a doença mata mais do que o infarto do miocárdio e do que alguns tipos de câncer. O Brasil tem umas das mais altas taxas de mortalidade do mundo pela Sepse. Estima-se que 400 mil novos casos são diagnosticados por ano e 240 mil pessoas morrem anualmente.

E foi pensando em melhorar esse quadro e antecipar o diagnóstico da doença no Hospital Metropolitano Unimed, que o Setor de Qualidade desenvolveu o protocolo de Sepse. "Estamos divulgando esse protocolo de Sepse e ouvindo as áreas para que possamos aperfeiçoar continuamente nosso trabalho e a segurança de nossos pacientes. Estamos promovendo contínuos ciclos de melhoria dentro de todos os nossos protocolos, preparando o corpo multiprofissional do HMU para o reconhecimento e abordagem precoce das morbidades potencialmente letais", afirmou o intensivista Alysson da Silveira Campos.

Os protocolos são multidisciplinares e abrangem enfermeiros, médicos, bioquímicos, farmacêuticos, fisioterapeutas, nutricionistas e técnicos das respectivas áreas de atuação.

Prevenção

O médico explicou que, na prevenção da Sepse, além dos diagnósticos e tratamentos precoces, fundamentais para evitar óbitos, é preciso motivar comportamentos preventivos. “Sabemos que muitos casos de Sepse poderiam ser evitados por meio de condutas tais como: uso racional de antibióticos, lavagem das mãos e manutenção de cartões de vacinas atualizados", concluiu Alysson Campos.
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