25 de agosto, de 2017 | 17:53
Seminário discute políticas públicas contra a violência de gênero
Divulgação
A abertura do encontro foi embalada pela voz melodiosa da cantora Grace Abelha e pela exibição do curta metragem Minorias”
O município de Timóteo promoveu o debate sobre as formas de combater a violência contra a mulher, em evento realizado quinta-feira (24), no teatro da Fundação Aperam Acesita. O III Seminário de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher contou com a participação do prefeito Geraldo Hilário Torres; da Delegada Especial de Atendimento à Mulher de Coronel Fabriciano, Tereza Júlia do Nascimento; presidente da Fundação Aperam Acesita, Venilson Araújo Vitorino; secretária de Assistência Social Carmem Costa Carvalho Miranda; presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Ana Maria Vieira, e Marcione Menezes Andrade, enfermeira da Secretaria Municipal de Saúde.
A abertura do encontro foi embalada pela voz melodiosa da cantora Grace Abelha e pela exibição do curta metragem Minorias”É de grande importância discutir esse tema que vai além de um seminário. Estamos trabalhando para criar políticas públicas para diminuir os dados de violência. O problema está nos homens, mas a solução está nas mulheres, para que elas se libertem”, enfatizou o prefeito.
Em sua fala, a delegada Tereza Júlia do Nascimento explicou que, apesar da proximidade com Coronel Fabriciano, as moradoras de Timóteo têm que recorrer à delegacia do seu município. O artigo 70 do Código de Processo Penal determina a competência do processo no lugar em que se consumar a infração”, justifica a delegada, salientando a importância de se viabilizar a criação de uma Delegacia da Mulher em Timóteo.
A abertura do encontro foi embalada pela voz melodiosa da cantora Grace Abelha e pela exibição do curta metragem Minorias”. O vídeo de autoria dos alunos do curso de Química do Cefet Timóteo já atingiu mais de 30 mil visualizações na internet.
Lúcia Helena Apolinária: precisamos educar e capacitar os homens para tratarem a mulher com respeito”A assistente social e ativista feminista, Lúcia Helena Apolinária, que coordena o Centro Risoleta Neves de Atendimento à Mulher em Belo Horizonte, falou sobre como utilizar e otimizar as ferramentas existentes no município. Se falamos que a violência de gênero é patriarcal, precisamos educar e capacitar os homens para tratarem a mulher com respeito. Chamar os homens e discutir violência com eles. Não é favor, é política pública. É fundamental seguir os protocolos, notificar e trazer os casos de violência para dentro da rede de atendimentos”, disse.
III Seminário de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher contou com a participação de várias autoridades
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José
25 de agosto, 2017 | 18:51Homem que bate em mulher é covarde!!!”