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11 de agosto, de 2017 | 17:19

Superintendente confia que reforma trabalhista irá gerar empregos

Segundo o superintendente, a reforma será benéfica para o país, que precisava modernizar a relação das leis trabalhistas

Wôlmer Ezequiel
João Carlos Amorim, durante sua passagem por Ipatinga esta semana João Carlos Amorim, durante sua passagem por Ipatinga esta semana
Na celebração dos 60 anos do acordo Lanari-Horikoshi, que oficializou a participação da Nippon Steel na criação da Usiminas, em Ipatinga, o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em Minas Gerais, João Carlos Amorim, fez uma avaliação sobre a reforma trabalhista.

Em entrevista ao Diário do Aço, no Centro Cultural Usiminas, Amorim enfatizou que a reforma aprovada no mês passado pelo plenário do Senado e sancionada pelo presidente da República, Michel Temer (PMDB), altera mais de 100 tópicos da Consolidação da Lei Trabalhista (CLT), vigente desde 1943.

Segundo o superintendente, a reforma será benéfica para o país, que precisava modernizar a relação das leis trabalhistas. “Muitos até a criticam, mas aqueles que criticam não querem ver um Brasil diferente. Temos que ousar, o país tem que ousar, sair daquela situação política de governo e de uma legislação antiga”, afirma.

O superintendente também assegura que a reforma não irá prejudicar os trabalhadores ou acabar com os direitos do povo brasileiro, como muitos pensam que vai ocorrer ao longo desses meses. “É preciso lembrar que a reforma não trouxe prejuízo, porque posso dizer com segurança que as conquistas sociais e do trabalhador ainda permanecem, como salário mínimo, descanso semanal, férias e outras. Só que agora mudou um pouco a maneira de praticá-las, mas esses direitos permanecem, eles estão inalterados”, ressalta.

Para o superintendente, a reforma também vai diminuir o índice de desemprego que assombra o país desde o início da crise financeira. “Eu acredito que essa reforma vai gerar emprego, vai trazer para o mercado aqueles empregados que estavam na informalidade. É a segurança que se pode dá e que se deve dá aos trabalhadores”, concluiu.
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