03 de agosto, de 2017 | 17:32

Projetos tecnológicos são apresentados a pequenos empresários

O objetivo é desenvolver novos produtos para atender a demanda do mercado

Damille Barros
Um dos projetos apresentados foi o de um robô submarinoUm dos projetos apresentados foi o de um robô submarino
Micro e pequenos empresários do Vale do Aço participaram de um workshop sobre demandas de inovações tecnológicas para a cadeia produtiva de petróleo, gás e indústria naval, na manhã de quinta-feira (3), no auditório da Fiemg Regional Vale do Aço. O evento visa inserir as empresas locais na produção destes novos produtos.

O Workshop Tecnológico de Promoção da Inovação em MPE na Cadeia de O&G, é promovido pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em todos os estados do Brasil. O analista técnico do Sebrae Vale do Aço, Alessandro Chalub, explica que projetos de grandes empresas foram apresentados às micro e pequenas empresas (MPE’s), para que sejam desenvolvidos em parceria.

“As empresas âncora Delp, Emalto e o Sindimiva possuem iniciativas que precisam de inovação tecnológica e foi feito o convite às MPE’s para ver se elas topam ingressar na execução destes projetos. Também foi apresentado as possibilidades de obtenção de financiamento dos projetos, tanto pelo Sebrae, Senai e outras entidades”, ressalta Alessandro.

Damille Barros
Mais de cinquenta micro e pequenas empresas participaram do eventoMais de cinquenta micro e pequenas empresas participaram do evento
O representante da Onip, Carlos Camerini, avalia que o Vale do Aço possui estrutura necessária para o atendimento dos projetos almejados. “A região é reconhecida nacionalmente por conseguir fazer as coisas. Temos, portanto, este novo desafio de construir um produto com alto impacto tecnológico. Um deles é o robô submarino”, informa Carlos.

De acordo com o projeto, o robô possui um tamanho aproximado de um carro e com custo médio de US$ 5 milhões. A máquina tem capacidade de operar a três mil metros de profundidade para a manutenção de equipamentos de extração do petróleo em alto mar.

O analista do Sebrae, Alessandro, reitera que “as empresas que se manifestaram favoráveis a dar continuidade em algum dos projetos serão acompanhadas e o nosso objetivo é termos um produto ou uma nova tecnologia que melhore algum tipo de atividade ou serviço na cadeia do petróleo e gás, em breve”.
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