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02 de agosto, de 2017 | 17:38

Escolas recebem repasse para a Caixa Escolar em Ipatinga

O valor final repassado para todas Caixas Escolares será de R$ 6 milhões. O montante total depositado nesta quinta-feira atinge a casa de R$1,52 milhão

Wôlmer Ezequiel
Secretário de Educação celebra convênio junto às diretoras das escolas municipaisSecretário de Educação celebra convênio junto às diretoras das escolas municipais
As escolas da rede municipal de ensino, em Ipatinga, recebem nesta quinta-feira (3) a primeira parcela da verba destinada à Caixa Escolar. Ao todo foram renovados 40 convênios entre a Prefeitura de Ipatinga e as Caixas Escolares, na tarde de quarta-feira (2).

O fundo destinado para cada escola municipal de Ipatinga é utilizado para pequenas compras de produtos e serviços. O valor final repassado para todas Caixas Escolares será de R$ 6 milhões. O montante total depositado nesta quinta-feira atinge a casa de R$1,52 milhão. O restante será dividido em três vezes, com vencimentos em setembro, outubro e novembro.

As escolas aguardavam a assinatura do novo convênio desde maio. O vice-prefeito e secretário municipal de educação, Jésus Nascimento, explica que o atraso se deu devido mudanças na legislação.

“Encontramos uma dificuldade para a renovação que foi a lei 13.019/2014, o Marco Regulatório, que orienta realizar os termos de cooperação de um modo diferente. A prefeitura então fez uma resolução que estendeu a possibilidade dos convênios serem feitos do modo anterior à lei federal até o mês de dezembro. Então, assinamos, mantendo as diretoras das escolas como as presidentes das caixas”, ressalta Jésus.

Para a Administração Municipal, a Caixa Escolar permite que cada direção escolar tenha mais independência para atender demandas de baixo custo. A diretora da Escola Terezinha Nívia de Oliveira Lopes, Ana Paula Cambraia, destaca que o repasse da verba é importante para cobrir necessidades emergenciais e diminuir a burocracia na rede municipal de ensino.

“Este recurso garante a qualidade do ensino e do ambiente escolar oferecido ao aluno. Assim temos a autonomia para comprar materiais didáticos, para desenvolver projetos pedagógicos e até mesmo para ser utilizado na compra de produtos como os de higiene e limpeza. Podemos sanar pequenos problemas, consertar uma torneira que quebra, por exemplo. Isso dá mais dinâmica ao funcionamento da escola. Há muitos anos, quando não existia a Caixa Escolar, para trocar uma lâmpada precisava de fazer licitação, por ser muitas unidades escolares, este pequeno processo demorava muito. Esta autonomia da escola é fundamental”, destaca Ana Paula.

Readequação

Na solenidade o secretário de Educação ainda informou que a proposta do governo é implantar a nova metodologia de gestão e controle, proposta no Marco Regulatório, a partir de janeiro de 2018. “Queremos que os diretores se desocupem de questões físicas, das demandas de manutenção e reparos, entre outras, e tenham todo tempo necessário para se dedicar às atividades pedagógicas. Queremos que usem todo o seu potencial para melhorar significativamente o desempenho de nossos alunos, o IDEB – Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, porque sabemos que elas são competentes e perfeitamente capazes”, pontou Jésus.
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